SPDA hospitalar · Continuidade de serviço · NBR 5419:2026

Projeto de SPDA em hospitais: a proteção que não pode parar

Num hospital, o raio não derruba só um telhado — ele pode apagar uma UTI. O projeto de SPDA em instalações médicas dimensiona a proteção contra descargas atmosféricas com um peso extra: a continuidade do serviço e a sobrevivência de equipamentos sensíveis. Tudo pela ABNT NBR 5419:2026, com o Nível de Proteção saindo da análise de risco e ART no CREA. Atendimento em todo o Brasil.

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Continuidade de serviço
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Equipamentos sensíveis
Inspeção anual
Atendimento nacional

Projeto de SPDA em hospitais e instalações médicas conforme a NBR 5419:2026 — Token Engenharia

Resposta rápida

O projeto de SPDA em hospitais é o dimensionamento do Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas para uma instalação de saúde, pela ABNT NBR 5419:2026. Parte da análise de risco (Parte 2) — que define o Nível de Proteção (NP) —, dimensiona captação, descidas e aterramento (Parte 3) e, no hospital, dá peso especial à proteção dos sistemas internos (Parte 4): equipotencialização, zonas de proteção (LPZ) e DPS coordenados para blindar os equipamentos médicos. O que muda em relação a um prédio comum não é a norma — é a criticidade: continuidade de serviço, equipamentos sensíveis e inspeção anual.

Por que o SPDA de um hospital é diferente

A norma é a mesma de qualquer edificação — a ABNT NBR 5419:2026. O que muda é o que está em jogo. Num galpão, uma falha no SPDA significa risco de incêndio e prejuízo material. Num hospital, a mesma falha pode interromper uma cirurgia, desligar um respirador ou corromper o servidor que guarda o prontuário. Por isso o projeto de SPDA hospitalar não é só “mais um para-raios”: é um projeto que parte de três exigências que o prédio comum não tem na mesma intensidade — continuidade do serviço, proteção de equipamentos sensíveis e periodicidade de inspeção mais curta.

Essas três exigências não vêm de uma norma “especial para hospitais”: elas emergem da própria NBR 5419 quando aplicada a uma estrutura crítica. A análise de risco enxerga o alto risco de vida; a Parte 4 cuida da interferência eletromagnética sobre os eletrônicos; e a regra de periodicidade classifica o hospital como serviço essencial. Entender esse encadeamento é o que separa um memorial técnico de um orçamento genérico de captor.

O QUE TORNA O SPDA HOSPITALAR CRÍTICO

Três exigências que o prédio comum não tem

A norma é a mesma; a criticidade é que muda. São estes três pontos que o projeto de SPDA de um hospital precisa resolver de forma reforçada.

01

Não pode parar

Continuidade do serviço

Centro cirúrgico, UTI e emergência operam 24h. O projeto protege a estrutura e os sistemas internos para que um raio não interrompa o que mantém pessoas vivas.

02

Eletrônicos caros e vitais

Equipamentos sensíveis

Tomógrafos, monitores, bombas de infusão e servidores são vulneráveis a surtos induzidos. A Parte 4 da norma (LPZ e DPS) blinda esses ativos contra a interferência do raio.

03

Serviço essencial

Inspeção a cada 1 ano

Como fornecedor de serviço de apoio à vida, o hospital tem periodicidade de inspeção anual (NBR 5419-3, 7.3.2 f) — metade do intervalo das estruturas comuns.

Nenhuma dessas três exigências é “norma de hospital”: todas saem da NBR 5419:2026 aplicada a uma estrutura de alto risco e serviço essencial.

O que é o projeto de SPDA em hospitais

O projeto de SPDA é o documento de engenharia que dá origem a toda a proteção contra descargas atmosféricas — antes da primeira haste. A NBR 5419-1:2026 aplica-se a novos projetos, a reformas do sistema existente e a qualquer mudança de uso ou de características da edificação que afete a proteção. Num hospital, esse “antes” é decisivo: alterar a proteção depois, com a estrutura em pleno funcionamento, é caro e arriscado. Por isso o projeto bem feito antecipa a expansão de uma ala, a chegada de um novo equipamento de imagem ou a instalação de uma usina de oxigênio.

Vale separar três serviços que costumam ser confundidos. O projeto é o dimensionamento no papel; a montagem é a execução física do que foi calculado; e o laudo é a inspeção técnica do SPDA já instalado. Esta página trata do primeiro elo — o cálculo que define toda a proteção do hospital. Quem já tem o sistema montado e precisa apenas comprovar a eficácia procura o laudo de SPDA; quem vai construir, reformar ou regularizar começa pelo projeto de SPDA.

PROJETO · MONTAGEM · LAUDO

Projeto é dimensionamento prévio — não é montagem nem laudo

Três serviços diferentes, uma sequência: projetar (dimensionar no papel), montar (executar em campo) e laudar (inspecionar o que ficou pronto).

01

Etapa 1 · o cálculo

Projeto de SPDA

Estudos, cálculos e desenhos que dimensionam a proteção antes da obra: análise de risco (Parte 2) → Nível de Proteção (NP) → captação, descidas e aterramento (Parte 3) + SPDA interno e DPS (Parte 4). Entrega memorial, plantas e ART.

02

Etapa 2 · a execução

Montagem de SPDA

Execução física em campo: captores, descidas e malha de aterramento conforme o projeto — em hospital, com cronograma que respeita as áreas críticas em operação.

03

Etapa 3 · a inspeção

Laudo de SPDA

Inspeção técnica do SPDA já instalado (NBR 5419-3, Seção 7), por ensaio de continuidade. No hospital, repetida a cada ano — veja o laudo de SPDA.

A edição 2026 da norma cancelou e substituiu a de 2015: mudou o critério de eficácia do aterramento, a análise de risco e a nomenclatura — pontos que entram direto no projeto hospitalar.

O NP de um hospital não é “I” por ser hospital

Aqui mora o erro mais comum — e o mais perigoso. Muita gente repete que “hospital é Classe I” ou “hospital é NP I”. Isso está errado pela norma. A NBR 5419:2026 não atribui Nível de Proteção por tipo de prédio: o NP é resultado da análise de risco (Parte 2). Calcula-se o risco da estrutura — principalmente o R1, de perda de vida humana — e adota-se o nível de proteção que faz esse risco cair abaixo do risco tolerável, que para R1 é 10⁻⁵ por ano (Tabela 4).

O que é verdade é que, num hospital, o risco de vida costuma ser alto: muita gente, mobilidade reduzida, equipamentos de suporte vital, presença de gases medicinais inflamáveis. Tudo isso empurra o resultado do cálculo para um NP mais rigoroso com frequência. Mas a diferença é fundamental: o NP rigoroso é a conclusão do cálculo, e não uma premissa automática. Dois hospitais diferentes — em cidades com densidades de raios distintas, alturas e ocupações diferentes — podem terminar em NPs diferentes. Projetar “no NP I por garantia”, sem o cálculo, é tão antitécnico quanto subdimensionar.

⚙️ Leitura correta: a notação mudou na edição 2026 — o que a NBR 5419:2015 chamava de “Classe do SPDA” agora é Nível de Proteção (NP I a IV). NP I é o mais rigoroso. Mas, hospital ou não, o NP sempre vem da análise de risco: é o nível que leva R1 (e R3, quando há patrimônio cultural) a ficar abaixo do tolerável. Nenhuma tabela de “tipo de edificação” substitui esse cálculo.

A análise de risco em ambiente hospitalar (R1 e R3)

A análise de risco da NBR 5419-2:2026 é o coração do projeto. Ela parte dos tipos de perda aplicáveis e calcula os riscos correspondentes. A edição 2026 concentrou a decisão de proteção em dois riscos: R1 (perda de vida humana) e R3 (perda de patrimônio cultural). O antigo R2 — perda de serviço ao público — passou a ser tratado como frequência de danos F, justamente o parâmetro que pesa quando o cliente presta serviço essencial, como um hospital. O R4 (perda econômica) ficou informativo e opcional.

Cada risco é a soma de componentes na forma R = N × P × L: número de eventos perigosos por ano (N), probabilidade de dano (P) e perda associada (L). O parâmetro Ng — densidade de descargas por km² por ano do município — é apenas um insumo de N: ele alimenta o cálculo, mas nunca vira NP diretamente. Em um hospital, alguns pontos puxam o R1 para cima: a presença de pessoas com mobilidade reduzida (que aumenta o fator de perda), a possibilidade de pânico, e — onde houver — áreas com gases medicinais que entram como risco de explosão, ativando componentes do R1 (RC, RM, RW, RZ) que, em prédios comuns, ficam de fora.

Risco O que mede Risco tolerável (RT) Peso no hospital
R1 Perda de vida humana ou ferimentos permanentes 10⁻⁵/ano Decisivo — alta ocupação e suporte vital
R3 Perda de patrimônio cultural 10⁻⁴/ano Aplica-se a hospitais históricos/tombados
F Frequência de danos (antigo R2) — serviço ao público Relevante: hospital é serviço essencial
R4 Perda econômica Opcional / informativo (viabilidade)
Riscos da análise da NBR 5419-2:2026 e seu peso num projeto hospitalar — só R1 e R3 decidem a necessidade de proteção; o RT vem da Tabela 4.

A regra de decisão é objetiva: se o risco calculado for menor ou igual ao tolerável, a proteção não é exigida; se for maior, o projeto adota medidas — o SPDA — até que todos os riscos relevantes fiquem abaixo do tolerável (NBR 5419-2, 5.4). O NP escolhido é exatamente aquele que cumpre essa meta. Para a análise completa, com a fórmula e os componentes, vale conhecer a análise de risco de SPDA.

O que o projeto de SPDA hospitalar dimensiona

Definido o NP pela análise de risco, o projeto dimensiona quatro frentes. Nas três primeiras — captação, descidas e aterramento — o método é o mesmo de qualquer estrutura. É na quarta, a proteção dos sistemas internos, que o hospital exige um cuidado muito maior, porque é nela que se protegem os equipamentos médicos.

ANATOMIA DO PROJETO HOSPITALAR

As frentes que o projeto calcula

Da captação na cobertura à blindagem dos eletrônicos vitais — tudo amarrado pelo Nível de Proteção definido no cálculo.

Subsistema externo

Captação

Capta a descarga na cobertura. O projeto posiciona captores, mastros ou malha pelo método da esfera rolante, ângulo ou malha — dimensionados pelo NP. Em hospitais, é comum integrar a captação a heliponto e casas de máquinas.

Subsistema externo

Descidas

Conduzem a corrente do raio ao solo pelo caminho mais curto. O projeto calcula o número mínimo pelo espaçamento da Tabela 5 (NBR 5419-3), que nunca pode ser menor que duas — em edificações grandes e horizontais, como hospitais, isso costuma resultar em várias descidas.

Subsistema externo

Aterramento

Dissipa a energia na terra em uma infraestrutura única e integrada — a mesma para energia, sinal e SPDA. Num hospital, essa integração é vital: aterramento fragmentado cria diferenças de potencial perigosas para equipamentos e pacientes.

Subsistema interno · o crítico

Equipotencialização, LPZ e DPS

O coração do projeto hospitalar (NBR 5419-4). Define as zonas de proteção (LPZ), a equipotencialização e os DPS coordenados que protegem tomógrafos, monitores e servidores do surto induzido — o controle da interferência eletromagnética (EMC).

Memória de cálculo

Análise de risco

O que define o NP (NBR 5419-2). Compara o risco da estrutura ao tolerável e justifica o nível adotado. Num hospital, é onde a alta ocupação e os gases medicinais entram na conta — e onde o NP rigoroso ganha base técnica.

Documentação entregável

Memorial + plantas + ART

O projeto se materializa em documentos: relatório de análise de risco, plantas em escala, especificação de materiais e a ART no CREA — o pacote exigido em 7.5.3 e cobrado por vigilância sanitária, bombeiros e seguradora.

Proteção dos equipamentos médicos: o ponto que não pode falhar

É possível um SPDA proteger perfeitamente a estrutura física e, ainda assim, deixar os equipamentos médicos vulneráveis. Isso acontece quando o projeto cuida só da captação, das descidas e do aterramento — a proteção externa — e ignora a Parte 4 da NBR 5419. O raio não precisa atingir diretamente o prédio para danificar um eletrônico: a corrente que desce pela estrutura, ou mesmo uma descarga próxima, induz surtos nas linhas de energia e de dados que chegam até o equipamento. É a interferência eletromagnética (EMC).

A proteção dos sistemas internos trabalha em duas frentes complementares. Primeiro, as zonas de proteção (LPZ): o projeto divide o hospital em zonas, da mais exposta (a fachada e a cobertura) à mais protegida (a sala onde fica o tomógrafo ou o data center), e garante que, a cada fronteira de zona, o surto seja atenuado. Segundo, os DPS coordenados: dispositivos de proteção contra surtos instalados em cascata — no quadro geral, nos quadros de distribuição e junto aos equipamentos críticos —, cada um aparando uma parcela da energia, de modo que o que sobra ao chegar no equipamento seja inofensivo.

PROTEÇÃO DOS SISTEMAS INTERNOS (PARTE 4)

Como o projeto blinda os eletrônicos

A proteção externa cuida da estrutura; estas duas frentes cuidam do que está dentro dela — e vale para todo equipamento sensível.

Zonas de proteção

Concêntricas, da fachada ao núcleo

O projeto define zonas (LPZ 0 a LPZ 2/3) e garante atenuação do surto a cada fronteira. O centro cirúrgico, a UTI e o data center ficam nas zonas mais protegidas, longe da exposição direta.

Em cascata

Coordenados, do quadro ao leito

DPS em cascata (quadro geral → distribuição → equipamento) escoam o surto em etapas. Linhas de dados e telecom também recebem proteção, pois são caminhos de entrada de surto.

Esse cuidado com a EMC é o que diferencia um projeto hospitalar de um projeto comum. Em um galpão, a Parte 4 pode ser modesta; em um hospital, ela é tão importante quanto o para-raios da cobertura. A equipotencialização — interligar todas as massas metálicas e os aterramentos em um único potencial de referência — fecha a conta: é ela que impede que uma diferença de tensão entre o leito, o equipamento e o piso se torne perigosa durante uma descarga.

Os quatro Níveis de Proteção (NP I–IV)

O Nível de Proteção definido na análise de risco se traduz em parâmetros geométricos concretos para a captação. NP I é o mais rigoroso (esfera rolante menor, malha mais fechada); NP IV é o menos rigoroso. As barras mostram, em escala, a redução das correntes máximas a partir do NP I:

Nível de Proteção Esfera rolante (raio) Malha de captação Redução das correntes máximas (vs NP I)
NP I 20 m 5 × 5 m
100%
NP II 30 m 10 × 10 m
75%
NP III 45 m 15 × 15 m
50%
NP IV 60 m 20 × 20 m
50%
Parâmetros geométricos por Nível de Proteção — ABNT NBR 5419-1/-3:2026 (Tabela 2 e 8.2.3).
⚙️ Atenção à altura: muitos hospitais são edifícios verticais. Estruturas acima de 60 m exigem captação lateral nos 20% superiores que excedem essa altura (NBR 5419-3). E vale repetir: a esfera e a malha vêm do NP, e o NP vem da análise de risco — um hospital não “é NP I” por ser hospital; ele recebe o NP que faz o risco calculado cair abaixo do tolerável.

O critério de aterramento mudou: continuidade, não “< 10 Ω”

Essa é a mudança mais sensível da edição 2026, e ela tem efeito direto no projeto e na inspeção do SPDA hospitalar. Na NBR 5419:2015, era praxe perseguir uma resistência de aterramento “menor que 10 Ω” como meta de eficácia. A edição 2026 mudou o critério: a eficácia do aterramento passou a ser aferida por continuidade elétrica, medida com miliohmímetro, e a norma dispensa a medição de resistência de aterramento como verificação de eficácia do SPDA (NBR 5419-3, 7.1.4).

No projeto, a resistência continua sendo calculada a partir da resistividade do solo e da geometria do eletrodo — é um dado de dimensionamento. O que mudou é o veredito: a aprovação do sistema não depende mais de um número de resistência fixo, e sim de o aterramento estar eletricamente contínuo e integrado. Para o hospital, isso reforça a importância do aterramento único: é a continuidade dessa malha integrada — energia, sinal e SPDA — que garante a segurança, não um valor isolado de ohms. Um memorial que ainda persegue “< 10 Ω” como critério de aprovação está ancorado na edição revogada.

Projeto de SPDA em hospitais e instalações médicas — proteção contra descargas atmosféricas pela NBR 5419:2026
Projeto de SPDA em hospitais e instalações médicas: proteção da estrutura e dos sistemas internos pela ABNT NBR 5419:2026 — Token Engenharia.

Inspeção anual: o calendário que o projeto já define

O projeto de SPDA hospitalar não termina na entrega do memorial: ele já nasce com o calendário de inspeção definido. A NBR 5419:2026 estabelece a periodicidade pelo risco da estrutura — e não mais pelo nível de proteção, como fazia a edição de 2015. Hospitais e instalações médicas se enquadram como fornecedores de serviços essenciais (apoio à vida), categoria que exige inspeção a cada 1 ano (NBR 5419-3, 7.3.2 f). É metade do intervalo das estruturas comuns, que inspecionam a cada 3 anos.

PERIODICIDADE DA INSPEÇÃO

De quanto em quanto tempo inspecionar

A NBR 5419:2026 define o intervalo pelo risco da estrutura. O hospital, como serviço essencial, fica na faixa anual.

Inclui o hospital

Estruturas de risco elevado

Fornecedores de serviços essenciais (energia, água, sinal, apoio à vida — caso do hospital), áreas classificadas, instalações com explosivos ou substâncias tóxicas e ambientes de corrosão severa. Inspeção a cada 1 ano.

Demais estruturas

Risco comum

Edificações comerciais, industriais e residenciais sem fator de risco agravado, desde que mantidas as condições de projeto e sem alterações relevantes na instalação ou no uso da estrutura.

📌 Hospital já com SPDA instalado e na hora da inspeção anual? Então o serviço é o laudo de SPDA — a inspeção técnica que comprova, com ensaio de continuidade e ART, que a proteção continua eficaz. O projeto é para quem vai construir, reformar ou regularizar; o laudo é para quem já tem o sistema montado e precisa mantê-lo em dia.

O que você recebe no projeto de SPDA hospitalar da Token

  • Relatório de análise de risco (NBR 5419-2:2026) com R1 e R3
  • Definição justificada do Nível de Proteção (NP I–IV)
  • Memorial de cálculo de captação, descidas e aterramento
  • Projeto de equipotencialização, LPZ e coordenação de DPS
  • Plantas em escala com posição de captores e descidas
  • Especificação de materiais e detalhes construtivos
  • ART registrada no CREA (responsabilidade técnica)
  • Documentação para vigilância sanitária, bombeiros e seguradora

Setores de saúde atendidos pela Token Engenharia

Projetos de SPDA para instalações de saúde em todo o Brasil — sempre com o Nível de Proteção saindo da análise de risco daquela estrutura específica, nunca de um padrão copiado por tipo de prédio. Atendemos, entre outros:

  • Hospitais gerais e de alta complexidade: com centro cirúrgico, UTI, emergência 24h e equipamentos de imagem, onde a proteção dos sistemas internos é prioridade.
  • Clínicas e centros de diagnóstico: ressonância, tomografia e raio-X — equipamentos de altíssimo valor e sensibilidade a surtos.
  • Hospitais históricos e tombados: em que o R3 (patrimônio cultural) entra na análise junto ao R1.
  • Pronto-atendimentos e unidades de saúde: com gases medicinais e usinas de oxigênio, que podem configurar áreas de risco de explosão.
  • Laboratórios e bancos de sangue: onde a continuidade da refrigeração e da energia é crítica para a integridade do material biológico.

Quanto custa e quanto leva um projeto de SPDA hospitalar?

O preço e o prazo dependem de variáveis objetivas da estrutura: a área e a altura do hospital, o número de edificações e blocos, a presença de áreas classificadas (gases medicinais), a quantidade de equipamentos sensíveis a proteger e a complexidade da coordenação de DPS e das zonas de proteção. Por isso o projeto começa por um levantamento e pela análise de risco — não trabalhamos com tabela fixa. Enviamos uma proposta detalhada após uma triagem técnica, com escopo, prazo e entregáveis claros. O que você recebe é um memorial com ART, não um desenho avulso sem responsabilidade técnica.

Por que projetar o SPDA do seu hospital com a Token

Um bom projeto de SPDA hospitalar exige três coisas que não se improvisam: responsabilidade técnica, cálculo de risco real e domínio da proteção dos sistemas internos — porque aqui o que está em jogo é a vida e a continuidade do cuidado. A Token entrega as três, com ART no CREA, equipe técnica habilitada e memorial rastreável a partir da análise de risco, já na edição 2026 da norma. E mantém a cadeia projeto–montagem–laudo sob um único responsável técnico, o que reduz ruídos entre o que foi calculado, executado e inspecionado.

DIFERENCIAIS TÉCNICOS

3 razões para projetar o SPDA hospitalar com a Token

Responsabilidade técnica, cálculo de risco de verdade e proteção dos eletrônicos vitais.

Responsabilidade técnica

Projeto com ART no CREA

Equipe habilitada e ART registrada: o projeto tem valor legal e responsável técnico definido — aceito por vigilância sanitária, bombeiros e seguradora.

Cálculo de verdade

Análise de risco NBR 5419-2

O NP vem do cálculo de risco daquele hospital, com memorial rastreável — nada de “NP I presumido por ser hospital”.

Sistemas internos

Proteção de equipamentos (Parte 4)

LPZ, equipotencialização e DPS coordenados pela edição 2026 — para blindar os eletrônicos médicos contra o surto, não só a estrutura.

Mais do que entregar um memorial, projetamos uma proteção acionável: cada decisão de dimensionamento vem com a referência normativa e amarrada à análise de risco, com a agilidade de quem tem responsável técnico e equipe própria — do papel à inspeção anual, sem terceirizar o que importa.

Perguntas frequentes sobre projeto de SPDA em hospitais

O que é um projeto de SPDA em hospitais?

É o dimensionamento do Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas para uma instalação de saúde, conforme a ABNT NBR 5419:2026. Parte da análise de risco (Parte 2), que define o Nível de Proteção (NP), dimensiona captação, descidas e aterramento (Parte 3) e, num hospital, dá peso especial à proteção dos sistemas internos e dos equipamentos médicos sensíveis (Parte 4): equipotencialização, zonas de proteção (LPZ) e DPS coordenados. Entrega memorial de cálculo, plantas e ART no CREA.

Qual o Nível de Proteção (NP) de um hospital?

Não existe um NP fixo por ser hospital. O NP sai da análise de risco da NBR 5419-2:2026: calcula-se o risco da estrutura (R1, de vida humana, e R3, de patrimônio cultural) e adota-se o nível que faz esse risco cair abaixo do tolerável (R1 = 10⁻⁵ por ano). Como o risco de vida em um hospital costuma ser alto, é comum resultar em um NP rigoroso — mas isso é conclusão do cálculo, nunca uma regra automática pelo tipo de prédio.

De quanto em quanto tempo um hospital precisa inspecionar o SPDA?

A NBR 5419:2026 define a periodicidade pelo risco da estrutura. Hospitais e instalações médicas se enquadram como fornecedores de serviços essenciais (apoio à vida), o que leva à inspeção a cada 1 ano (NBR 5419-3, 7.3.2 f). É um intervalo mais curto que os 3 anos das estruturas comuns, justamente pela criticidade da continuidade do serviço.

Como o projeto protege os equipamentos médicos sensíveis?

Pela Parte 4 da NBR 5419:2026. O projeto define zonas de proteção (LPZ), a equipotencialização e a coordenação de DPS para que o surto induzido pelo raio seja escoado antes de chegar a tomógrafos, monitores, bombas de infusão e servidores. É o controle da interferência eletromagnética (EMC): captação e aterramento protegem a estrutura; LPZ e DPS protegem o que está dentro dela.

O projeto de SPDA hospitalar precisa de ART?

Sim. O projeto de SPDA é um trabalho de engenharia e exige Anotação de Responsabilidade Técnica registrada no CREA, com responsável técnico habilitado. Em ambiente hospitalar, a ART é ainda mais relevante: é exigida por vigilância sanitária, corpo de bombeiros, prefeitura e seguradora, e dá valor legal ao memorial de cálculo.

O critério de resistência “menor que 10 ohms” ainda vale?

Não como critério de eficácia. A NBR 5419:2026 afere a eficácia do aterramento pela continuidade elétrica, medida com miliohmímetro, e dispensa a medição de resistência de aterramento como verificação de eficácia do SPDA (NBR 5419-3, 7.1.4). No projeto hospitalar, a resistência continua sendo calculada como dado de dimensionamento, mas não é mais o veredito de aprovação.

O projeto pode ser feito com o hospital em funcionamento?

O projeto (a fase de cálculo e desenho) não interfere na operação: é trabalho de escritório a partir de um levantamento técnico. O ponto de atenção é a montagem e a inspeção posterior, que devem ser planejadas para não interromper áreas críticas como centro cirúrgico e UTI. Por isso a Token mantém projeto, montagem e laudo sob um único responsável técnico, com cronograma compatível com a rotina hospitalar.

A Token Engenharia faz projeto de SPDA para hospitais?

Sim. A Token projeta o SPDA de hospitais, clínicas e instalações médicas pela NBR 5419:2026, com análise de risco, definição justificada do NP, proteção dos sistemas internos (LPZ e DPS) e ART no CREA. O atendimento é nacional e a mesma equipe dá continuidade na montagem e no laudo de inspeção.

Token Engenharia Atendimento nacional · projeto com ART no CREA

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