Fase 1 – esta página
Projeto
Diagrama unifilar, dimensionamento de MT, memorial de cálculo, especificação de equipamentos e aprovação na concessionária. Conforme NBR 14039:2021.
Uma subestação só entra em operação com projeto assinado. A Token Engenharia elabora o projeto elétrico completo da sua subestação industrial – diagrama unifilar, dimensionamento de média tensão, memorial de cálculo e aprovação na concessionária – com ART no CREA e responsável técnico habilitado. Atendimento em todo o Brasil.
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O projeto de subestação de energia e o conjunto de documentos de engenharia que define como a energia em média tensão (geralmente 13,8 kV ou 23 kV) sera recebida, transformada e distribuida na sua instalação – com diagrama unifilar, memorial de cálculo, especificação de equipamentos e ART no CREA. E elaborado conforme a ABNT NBR 14039:2021 (instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV) e e a base obrigatória para a aprovação na concessionária antes da obra. Sem projeto aprovado, a subestação não energiza.
O projeto de subestação e o documento de engenharia que antecede a obra: e nele que se decide a potência do transformador, o arranjo dos cubículos de média tensão, o esquema de proteção, o aterramento e o caminho dos cabos – tudo dimensionado, calculado e desenhado antes de o primeiro equipamento chegar ao canteiro. E a fase de projeto, distinta da montagem (a execução física em campo) e da manutenção (a conservação do que já opera).
Uma subestação recebe a energia da concessionária em média tensão e a rebaixa para a tensão de utilização da indústria. Por concentrar a entrada de energia de toda a planta, e o ponto mais crítico da instalação: um erro de dimensionamento ou de coordenação de proteção aqui se propaga para todos os circuitos a jusante. Por isso o projeto e assinado por engenheiro eletricista habilitado e registrado no CREA, que assume a responsabilidade técnica e emite a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) correspondente.
O projeto reune memorial descritivo, memorial de cálculo, diagrama unifilar, plantas de arranjo (layout), detalhes de aterramento, lista de materiais e especificações técnicas. E esse conjunto – desenho + cálculo + especificação + ART – que a concessionária de energia analisa e aprova antes de liberar a ligação da subestação.
CICLO DE VIDA DA SUBESTAÇÃO
Esta página trata da primeira fase – o PROJETO. E o desenho de engenharia que viabiliza tudo o que vem depois.
Fase 1 – esta página
Diagrama unifilar, dimensionamento de MT, memorial de cálculo, especificação de equipamentos e aprovação na concessionária. Conforme NBR 14039:2021.
Fase 2
Execução física em campo: instalação de cubículos, transformador, barramentos e cabos conforme o projeto aprovado. Ver montagem de subestação.
Fase 3
Conservação e ensaios periódicos do que já opera – termografia, reaperto, medições. Ver manutenção de subestação.
O projeto e a única fase em que ainda da para evitar erros sem quebrar concreto. Decisões de potência, arranjo e proteção tomadas aqui definem o custo, a segurança e a expansibilidade da subestação por décadas.
Um projeto de subestação completo, no padrão exigido pela concessionária e pela NBR 14039:2021, reune os seguintes documentos. Cada um responde a uma pergunta técnica especifica:
E a “planta elétrica” da subestação: representa, em uma única linha, o caminho da energia desde a entrada em média tensão até os quadros de baixa tensão, mostrando transformador, disjuntores, chaves seccionadoras, fusíveis, relés de proteção e medição. E o documento que a concessionária lê primeiro, porque dele se extrai todo o esquema de proteção e manobra.
Reune o dimensionamento técnico: cálculo de curto-circuito (para definir a capacidade de interrupção dos disjuntores), queda de tensão, dimensionamento do transformador conforme a demanda, seção dos condutores, coordenação e seletividade da proteção e o dimensionamento do aterramento. E aqui que a engenharia se prova – número a número.
Definem onde cada equipamento fica fisicamente: o posicionamento de cubículos, transformador, quadros e os afastamentos mínimos de segurança exigidos pela NBR 14039 para operação e manutenção. Um bom arranjo previne o erro mais caro da subestação: descobrir, na montagem, que não há espaço para manobrar com segurança.
Descreve a solução adotada e especifica cada equipamento – classe de tensão, corrente nominal, nível de isolamento, grau de proteção (IP) – de forma que a compra e a montagem sigam exatamente o que foi dimensionado.
A malha de aterramento da subestação e dimensionada para limitar as tensões de passo e de toque a valores seguros. Esse projeto se integra ao projeto elétrico industrial da planta e, quando aplicável, ao sistema de proteção contra descargas atmosféricas.



O projeto de subestação se apoia em um conjunto de normas técnicas e regulamentos. Citamos a edição vigente de cada uma – e o que separa um projeto que a concessionária aprova de um que volta para correção:
| Norma / regulamento | Edição | O que rege no projeto |
|---|---|---|
| ABNT NBR 14039 | 2021 | Instalações elétricas de média tensão (1,0 kV a 36,2 kV) – base do projeto da subestação |
| ABNT NBR 5410 | 2004 | Instalações elétricas de baixa tensão – lado secundário do transformador |
| ABNT NBR 13231 | 2015 | Proteção contra incêndio em subestações elétricas |
| ABNT NBR 15749 | 2009 | Medição de resistência de aterramento da malha da subestação |
| NR-10 | vigente | Segurança em instalações e serviços em eletricidade (projeto, prontuário e segurança) |
| Normas da concessionária | local | Requisitos de fornecimento em MT (ex.: Light, Enel, Cemig, CPFL) – análise e aprovação |
Da visita técnica a aprovação na concessionária – um processo de engenharia rastreável, do levantamento a ART.
LevantamentoVisita técnica, demanda contratada e condições do local.
CálculoCurto-circuito, demanda, condutores e seleção da proteção.
DesenhoUnifilar, arranjo, aterramento e detalhes construtivos.
AprovaçãoProtocolo e análise junto a concessionária local.
ART + entregaEmissão da ART no CREA e entrega do projeto executivo.
A necessidade de uma subestação – e, portanto, do seu projeto – nasce da demanda de energia da instalação. Acima de um determinado patamar de carga, a concessionária deixa de fornecer em baixa tensão e passa a exigir o atendimento em média tensão, o que obriga a construção de uma subestação com projeto aprovado. Na prática, o projeto e exigido quando:
Subestação sem projeto – ou com projeto mal dimensionado – acumula riscos que só aparecem depois: proteção sem seletividade (um defeito em um circuito derruba a planta inteira), transformador subdimensionado que satura na primeira expansão, arranjo sem espaço de manutenção seguro e, no limite, reprovação na concessionária com a obra parada. O projeto e a fase mais barata para acertar e a mais cara para errar.
O arranjo da subestação depende do espaço disponível, da potência e do ambiente. No projeto, a Token define o tipo mais adequado a cada planta – e isso muda o dimensionamento, a proteção contra incêndio (NBR 13231:2015) e os afastamentos de segurança. Os arranjos mais comuns na indústria:
Arranjo
Equipamentos instalados em alvenaria ou cabine, protegidos do tempo. Comum em indústrias e prédios. Exige projeto de ventilação e de proteção contra incêndio.
Arranjo
Estrutura metálica externa com isoladores e barramentos expostos. Usada em maiores potências e pátios industriais. Demanda afastamentos e aterramento dimensionados ao ar livre.
Equipamento
O projeto define a tecnologia do transformador. O a seco dispensa bacia de contenção e e indicado para ambientes internos; o a óleo exige projeto de contenção e combate a incêndio.
Em todos os casos, o memorial de cálculo dimensiona o curto-circuito no ponto de entrega para definir a capacidade de interrupção dos disjuntores, e a coordenação e seletividade garante que apenas a proteção mais proxima do defeito atue – preservando o restante da planta em operação. São esses dois cálculos que diferenciam uma subestação segura de uma que, no primeiro curto, desliga tudo ou, pior, não desliga a tempo.



O projeto e a fase de engenharia que desenha e dimensiona a subestação (diagrama unifilar, cálculos, especificações) e obtém a aprovação na concessionária. A montagem e a execução física em campo, conforme o projeto. A manutenção e a conservação periódica do que já opera. Esta página trata do projeto.
A principal e a ABNT NBR 14039:2021, que trata das instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. O lado de baixa tensão segue a NBR 5410:2004, a proteção contra incêndio a NBR 13231:2015, e a segurança a NR-10, além das normas específicas da concessionária local.
Sim. O projeto de subestação em média tensão deve ser protocolado e aprovado pela concessionária de energia da região (como Light, Enel, Cemig ou CPFL) antes da execução. A subestação não e energizada sem o projeto aprovado.
Quando a demanda de energia ultrapassa o limite de fornecimento em baixa tensão da concessionária (tipicamente em torno de 75 kW, variando por região). Acima desse patamar, o atendimento passa a ser em média tensão, o que exige subestação com projeto aprovado.
Um engenheiro eletricista habilitado e registrado no CREA, que assume a responsabilidade técnica e emite a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) correspondente ao projeto.
Sim. O projeto da Token inclui o memorial de cálculo completo – curto-circuito, demanda, dimensionamento do transformador e dos condutores, coordenação e seletividade da proteção e dimensionamento do aterramento.
Sim. A Token atua nas três fases: projeto, montagem de subestação de energia e manutenção de subestação. Contratar projeto e montagem com a mesma engenharia evita o descasamento entre o que foi desenhado e o que foi executado.
Engenheiro responsável, ART no CREA e acompanhamento da aprovação na concessionária. Atendimento em todo o Brasil.