Subsistema 1
Captação
Capta a descarga atmosférica por captores tipo Franklin, mastros ou condutores em malha nas bordas e na cobertura.
O para-raios só protege se estiver funcionando. O laudo de SPDA comprova, com ART no CREA, se a proteção da sua estrutura é eficaz — já na edição 2026 da norma, com ensaio de continuidade e análise de captação, descida e aterramento. Atendimento em todo o Brasil.

O laudo de SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas — popularmente, o laudo de para-raios) é o relatório técnico que atesta, com ART no CREA, a eficácia da proteção contra raios de uma edificação conforme a ABNT NBR 5419:2026. Reúne a inspeção visual, o ensaio de continuidade elétrica e a análise dos subsistemas de captação, descida e aterramento. E há uma novidade que muda a conclusão do seu laudo: a norma foi atualizada em 2026.
O laudo de SPDA é o documento de engenharia que atesta se o sistema de proteção contra descargas atmosféricas de um prédio, indústria ou instalação está íntegro e eficaz — e o registra com ART no CREA. Muita gente procura como laudo de para-raios, e está certo no nome popular. Mas vale a distinção técnica: o para-raios é apenas o captor no topo da estrutura; o SPDA é o sistema completo, que recebe, conduz e dissipa a corrente de um raio com segurança.
No laudo, o engenheiro inspeciona o sistema, realiza os ensaios exigidos pela norma, confronta o que está instalado com o projeto e com a ABNT NBR 5419:2026 e emite um parecer conclusivo com a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). É esse conjunto — inspeção + ensaios + parecer + ART — que dá validade ao documento perante seguradoras, vistorias e auditorias.
LAUDO DE SPDA · NBR 5419:2026
Um SPDA eficaz depende dos três trabalhando juntos — e o laudo avalia todos, não apenas o captor visível no topo.
Subsistema 1
Capta a descarga atmosférica por captores tipo Franklin, mastros ou condutores em malha nas bordas e na cobertura.
Subsistema 2
Conduz a corrente do raio da captação até o solo pelo caminho mais curto, reto e vertical, distribuída em condutores de descida.
Subsistema 3
Dissipa a energia na terra por um sistema de eletrodos, único e integrado ao aterramento da edificação.
Se qualquer um dos três falha — uma descida rompida, uma conexão corroída, um eletrodo sem continuidade — o sistema inteiro perde eficácia. O SPDA não impede o raio: ele oferece um caminho controlado e seguro para a corrente. O laudo é o que garante que esse caminho continua funcionando ao longo do tempo, mesmo após reformas, corrosão e desgaste.
A edição 2026 cancelou e substituiu a de 2015. Não é um detalhe de redação — mudaram critérios que afetam a conclusão do laudo. A Token já emite na nova edição; veja o que mudou:
A mudança mais importante: a medição de resistência de aterramento deixou de ser o critério de eficácia do SPDA na inspeção. O que vale agora é a continuidade elétrica das conexões — medida com miliohmímetro. A resistência continua como dado de projeto, mas um SPDA não é mais reprovado apenas por um valor de resistência. Laudos antigos, baseados no antigo “< 10 Ω”, merecem revisão de adequação à edição 2026.
A necessidade de proteção nasce da análise de risco da NBR 5419-2: calcula-se o risco da estrutura (R1, de vida, e R3, de patrimônio cultural) e compara-se ao risco tolerável. Se o risco supera o tolerável, a estrutura precisa de SPDA — e, tendo SPDA, precisa de inspeção periódica documentada para manter a conformidade. Na prática, o laudo é cobrado por quatro caminhos:
Além do vencimento da periodicidade, antecipe a inspeção quando:
A inspeção confronta o instalado com o projeto e com a norma, subsistema por subsistema, e mede o que não dá para ver a olho nu. É um trabalho de campo com instrumentação — não uma conferência visual de prancheta:



Em cada subsistema, o engenheiro verifica pontos objetivos da NBR 5419-3:
ENSAIOS DO LAUDO DE SPDA
A edição 2026 mudou o foco da aprovação: a continuidade elétrica passou a ser o critério de eficácia, enquanto a resistência de aterramento é avaliada como dado de projeto e comportamento do solo.
Miliohmímetro · critério 2026
O critério de eficácia da edição 2026 (cláusula 7.3.4): confirma que captação, descidas e aterramento estão eletricamente íntegros e interligados, sem interrupção nas conexões.
Terrômetro · dado de projeto
Avaliada como dado de projeto e de comportamento do solo (cláusula 7.1.4) — não mais como o veredito de aprovação do SPDA na inspeção.
O nível de proteção define o rigor geométrico do SPDA: quanto menor o número, mais exigente. O raio da esfera rolante e o módulo da malha foram mantidos da edição anterior — o que mudou foi o nome (“Classe do SPDA” passou a “Nível de Proteção”). As barras mostram, em escala, o quanto cada nível é mais apertado:
| Nível de Proteção | Raio da esfera rolante | Módulo da malha |
|---|---|---|
| NP I |
20 m
|
5 × 5 m
|
| NP II |
30 m
|
10 × 10 m
|
| NP III |
45 m
|
15 × 15 m
|
| NP IV |
60 m
|
20 × 20 m
|
Seguimos um fluxo auditável, do agendamento à entrega do relatório com ART:
Vistoria
Ensaios
Análise
ART
Relatório
Na inspeção, os pontos que mais comprometem a eficácia do sistema costumam ser:
O laudo aponta cada não-conformidade e entrega um plano de adequação priorizado — do que é imediato ao que é preventivo — para você corrigir o que importa primeiro.
PERIODICIDADE DO LAUDO DE SPDA
A frequência da inspeção depende do tipo de estrutura e do risco envolvido — a NBR 5419:2026 define o intervalo pelo risco da estrutura, e não mais pelo nível de proteção (como fazia a edição de 2015).
Inspeção anual
Áreas classificadas com atmosferas explosivas, instalações com explosivos ou substâncias tóxicas, serviços essenciais como energia, água, telecom e saúde, além de ambientes de corrosão atmosférica severa, como o litoral.
Inspeção periódica
Edificações comerciais, industriais e residenciais sem fator de risco agravado, desde que mantidas as condições previstas em projeto e sem alterações relevantes na instalação.
É comum confundir os dois. O laudo de aterramento avalia especificamente o sistema de aterramento — continuidade e potenciais de passo e toque. O laudo de SPDA é mais amplo: inclui a integridade do aterramento como um dos seus três subsistemas, somada à análise da captação e das descidas. Quando a preocupação é o para-raios e a proteção contra raios da edificação, o laudo de SPDA é o documento correto; o laudo de aterramento entra como complemento quando o foco é apenas a malha de terra.
O laudo de SPDA se aplica a praticamente qualquer edificação que tenha — ou precise ter — proteção contra descargas atmosféricas: plantas e galpões industriais, centros logísticos, condomínios e prédios comerciais, estabelecimentos de saúde, instalações do agronegócio (silos e armazéns) e telecomunicações. Em cada caso, a análise de risco da NBR 5419-2 define o nível de proteção e a periodicidade adequados àquela estrutura.
O preço do laudo de SPDA depende de variáveis objetivas da estrutura: o porte e a altura da edificação, o número de descidas a inspecionar, a complexidade do aterramento, a localização (deslocamento da equipe) e a necessidade ou não de refazer a análise de risco. Por isso não trabalhamos com tabela fixa: enviamos um orçamento detalhado após uma rápida triagem técnica — sem compromisso, com o escopo e o prazo claros. O que você recebe é um documento com ART, e não apenas uma medição avulsa.
O laudo de SPDA envolve segurança de vidas e de patrimônio — por isso só tem valor com responsabilidade técnica de verdade. A Token emite o laudo com ART no CREA, equipe própria de campo e instrumentação adequada (terrômetro e miliohmímetro), já na edição 2026 da norma. Atendemos em todo o Brasil, com a mesma engenharia que aplica em SPDA, aterramento, termografia e laudos elétricos industriais.
DIFERENCIAIS TÉCNICOS
O laudo de SPDA precisa ter responsabilidade técnica, instrumentos adequados e avaliação conforme a norma vigente.
Responsabilidade técnica
Engenheiro responsável e ART registrada: o laudo tem valor legal, não é uma medição avulsa.
Instrumentação própria
Equipe e instrumentos de campo próprios para ensaio de continuidade elétrica e resistência de aterramento.
Norma vigente
Laudo emitido pelo critério atual: continuidade elétrica, não pela regra antiga baseada apenas em resistência.
Mais do que emitir um documento, entregamos um diagnóstico acionável: cada não-conformidade vem com a referência normativa e um plano de adequação priorizado, com a agilidade de quem tem engenheiro responsável e equipe própria — sem terceirizar a inspeção.
Sim — “laudo de para-raios” é o nome popular. O para-raios é o captor; o SPDA é o sistema completo (captação, descida e aterramento) avaliado no laudo.
Pela NBR 5419:2026, a periodicidade da inspeção é por risco: 1 ano para áreas classificadas, explosivos, serviços essenciais e corrosão severa; 3 anos para as demais estruturas.
Vale uma revisão de adequação. A edição 2026 mudou o critério de aterramento (de resistência para continuidade), a avaliação de risco e a periodicidade. Um laudo antigo pode estar apoiado em critério que não vale mais.
A estrutura fica sem comprovação da eficácia da proteção contra raios, o que pode gerar pendência em vistorias, recusa de cobertura por seguradoras e exposição a danos por descarga atmosférica.
Um engenheiro habilitado e registrado no CREA, que assume a responsabilidade técnica e emite a ART correspondente ao laudo.
Sim. Seguradoras costumam exigir o laudo vigente para cobrir danos por descarga atmosférica; o documento com ART comprova a conformidade da proteção.
Depende do porte da estrutura, do número de descidas e da localização. Enviamos orçamento detalhado após uma rápida triagem técnica, sem compromisso.
Atendimento nacional · com ART no CREA
Receba um orçamento detalhado com ART e prazo, após uma rápida triagem técnica — sem compromisso.