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BANCADA DO ELETRICISTA · TOKEN ENGENHARIA
Guia de parâmetros de partida do inversor — da placa do motor à lista pronta de parâmetros
Vai comissionar um inversor de frequência? Informe a placa do motor e o tipo de carga: a ferramenta calcula a velocidade síncrona, o escorregamento e a relação V/f, sugere os tempos de rampa por tipo de carga e monta uma lista de parâmetros de referência — na bancada, sem cadastro, para conferir contra o manual do inversor.
Placa → parâmetrosNs, slip e V/fRampa por tipo de cargaCálculo na hora · sem cadastroResponsável técnico CREA-RJAtendimento nacional
Resposta rápida
Para comissionar um inversor de frequência você lança na placa do motor: tensão, corrente, frequência, rotação e número de polos. A partir desses dados, a velocidade síncrona sai de Ns = (120 × fn) ÷ P e o escorregamento de s = (Ns − nNom) ÷ Ns — em plena carga, entre 1% e 5%. No modo escalar, o inversor mantém a relação V/f constante: V/f = Vn ÷ fn. Para um motor de 380 V / 60 Hz, V/f = 6,33 V/Hz. Os tempos de rampa dependem do tipo de carga e são um ponto de partida, não uma regra fixa. Os códigos de parâmetro variam por linha de inversor e por fabricante: confira sempre o manual de programação.
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Guia de parâmetros de partida do inversor
Informe a placa do motor e o tipo de carga. A ferramenta calcula a velocidade síncrona, o escorregamento e a relação V/f, sugere os tempos de rampa por tipo de carga e monta uma lista de parâmetros de referência — para conferir contra o manual do inversor.
A · Dados de placa do motor
B · Processo e configuração
Velocidade síncrona
1800rpm
Escorregamento
2,2%
Relação V/f
6,33V/Hz
0% escorregamento8% (limite típico)
Ligação estrela / triângulo — dado crítico: a tensão nominal deve ser a que chega aos enrolamentos na ligação em uso. Um motor 380 V em estrela numa rede 380 V recebe cerca de 220 V por enrolamento. Confirme a ligação na placa e no manual do motor antes de gravar.
Escorregamento fora da faixa usual: em plena carga o normal é 1% a 5%. Slip negativo ou acima de 8% costuma indicar placa inconsistente ou número de polos errado. Confira a placa.
Modo vetorial e múltiplos motores: modos sensorless e com encoder não combinam com vários motores no mesmo inversor. Para esse caso, use o modo escalar V/f. Confira o código do modo no manual da sua linha.
Desaceleração e sobretensão: em carga inercial (guindaste, içamento) desacelerar rápido demais sem resistor de frenagem devolve energia ao barramento e dispara o trip por sobretensão. Aumente o tempo de desaceleração e monitore a tensão do barramento.
Dados do motor
P0400380 VTensão nominal do motor
P040124,7 ACorrente nominal do motor
P04021760 rpmRotação nominal do motor
P040360 HzFrequência nominal
P040415 cvPotência nominal
Rampa e modo de controle (ponto de partida; confira o código no manual)
P010023 sAceleração – ponto de partida (15-30 s)
P010130 sDesaceleração – ajustar progressivamente
P01040Rampa linear
P02020Modo de controle – a confirmar no manual da linha
Limites de frequência
P01333 HzFrequência mínima de saída
P013460 HzFrequência máxima de saída
Tabela V/f calculada (5 pontos)
| Frequência | Tensão de saída (V/f constante) | Obs. |
|---|---|---|
| 60 Hz | 380,0 V | |
| 45 Hz | 285,0 V | |
| 30 Hz | 190,0 V | |
| 15 Hz | 95,0 V | |
| 5 Hz | 31,7 V | + boost em baixa frequência |
Ver a fórmula com os números
Velocidade síncrona:
Ns = (120 x fn) / P = (120 x 60) / 4 = 1800 rpm
Ns = (120 x fn) / P = (120 x 60) / 4 = 1800 rpm
Escorregamento:
s = (Ns – nNom) / Ns x 100 = (1800 – 1760) / 1800 x 100 = 2,22%
Relação V/f:
V/f = Vn / fn = 380 / 60 = 6,33 V/Hz
Resultado orientativo a partir dos dados informados. Velocidade síncrona e relação V/f saem de fórmula fechada; os tempos de rampa são ponto de partida por tipo de carga, não regra fixa. Os códigos de parâmetro variam por linha de inversor e por fabricante — confira sempre o manual de programação do seu equipamento antes de gravar.
O que a ferramenta faz (e o que ela não faz)
Esta é uma ferramenta de parametrização, não de seleção. Ela parte dos dados de placa de um motor de indução trifásico e devolve três coisas: um diagnóstico de coerência da placa (velocidade síncrona, escorregamento e relação V/f), uma lista de parâmetros de referência para lançar no inversor e uma tabela V/f calculada. A ideia é simples: em vez de virar centenas de páginas do manual de programação a cada comissionamento, o eletricista chega à bancada com os números já organizados e vai conferir cada um contra o manual da linha específica.
O que ela não faz: não dimensiona o inversor (qual modelo comprar é outra conta, que depende da corrente e do regime), não substitui o manual do fabricante em casos fora do padrão e não garante parametrização de motores fora da faixa comum de indução trifásica. É uma ferramenta de apoio — o dado de placa e o manual do equipamento mandam.
Velocidade síncrona e escorregamento: o primeiro diagnóstico
Antes de gravar qualquer parâmetro, vale conferir se a placa do motor é coerente. A velocidade síncrona — a velocidade do campo girante do estator — depende apenas de dois números: a frequência da rede e o número de polos do motor.
Ns = (120 × fn) ÷ P
Onde Ns é a velocidade síncrona em rpm, fn é a frequência nominal em hertz e P é o número de polos. Em 60 Hz, a conta dá valores redondos e conhecidos: 2 polos giram em sincronismo a 3600 rpm, 4 polos a 1800 rpm, 6 polos a 1200 rpm e 8 polos a 900 rpm. A rotação real impressa na placa fica sempre um pouco abaixo da síncrona — é o que chamamos de escorregamento.
s = (Ns − nNom) ÷ Ns × 100%
Em plena carga, o escorregamento típico de um motor de indução fica entre 1% e 5%. Um motor de 4 polos com rotação de placa de 1760 rpm tem escorregamento de (1800 − 1760) / 1800 = 2,2% — perfeitamente normal. Quando a conta dá um valor negativo (rotação maior que a síncrona, o que é impossível para um motor de indução em regime) ou muito alto (acima de cerca de 8%), quase sempre o problema é a placa: número de polos errado, rotação anotada errada ou motor mal identificado. A ferramenta sinaliza esses casos para você investigar antes de comissionar.
| Número de polos | Ns em 60 Hz | Rotação típica de placa | Escorregamento típico |
|---|---|---|---|
| 2 polos | 3600 rpm | ≈ 3470 rpm | ≈ 3,6% |
| 4 polos | 1800 rpm | ≈ 1760 rpm | ≈ 2,2% |
| 6 polos | 1200 rpm | ≈ 1170 rpm | ≈ 2,5% |
| 8 polos | 900 rpm | ≈ 880 rpm | ≈ 2,2% |
Valores de referência em 60 Hz. A rotação de placa varia por modelo, carga e classe de eficiência; a velocidade síncrona é fixa pela frequência e pelo número de polos. Fonte da fórmula: máquinas de indução (NBR IEC 60034-1). Use sempre a rotação real impressa na placa do seu motor.
Da placa ao parâmetro
O caminho da parametrização do inversor
A placa do motor alimenta três contas fechadas — velocidade síncrona, escorregamento e relação V/f — que servem de diagnóstico de coerência. A partir delas e do tipo de carga, a ferramenta monta uma lista de parâmetros de referência. Velocidade síncrona e V/f saem de fórmula; rampa e modo de controle são ponto de partida por tipo de carga. Os códigos de parâmetro mudam de linha para linha e de fabricante para fabricante: por isso a lista é sempre referência para conferir contra o manual, nunca um valor para gravar às cegas.
Placa → diagnóstico (Ns, escorregamento, V/f) → lista de parâmetros de referência.
A relação V/f e o boost de tensão
No modo escalar (o mais comum para bomba, ventilador e compressor), o inversor mantém a relação entre tensão e frequência constante. Isso preserva o fluxo magnético do motor — e, com ele, o torque — em toda a faixa de velocidade. O valor de referência sai direto da placa:
V/f = Vn ÷ fn
Para um motor de 380 V e 60 Hz, a relação é 380 / 60 = 6,33 V/Hz. Se o inversor reduz a frequência para 30 Hz, a tensão de saída cai para cerca de 190 V; a 15 Hz, para cerca de 95 V. A tabela V/f calculada na ferramenta mostra esses pontos para a sua placa.
Há uma exceção importante nas frequências muito baixas. Quando a frequência se aproxima de zero, a queda de tensão na resistência do estator passa a ser proporcionalmente grande, reduzindo o fluxo e o torque. Para compensar, o inversor aplica um boost de tensão em baixa frequência. Atenção: um boost alto com o motor parado aquece o enrolamento. O ajuste correto depende da carga e do motor — comece de zero e aumente apenas se houver perda de torque na partida. O código desse parâmetro e a faixa exata variam por linha de inversor: confira no manual da sua linha.
Os parâmetros de placa do motor
O bloco mais direto da parametrização é a transcrição dos dados de placa para o inversor. São cinco campos que o eletricista lê na plaqueta do motor e digita no drive. Usando o WEG CFW500 como referência (os códigos mudam de linha para linha), o mapa é este:
| Parâmetro (referência CFW500) | O que é | De onde vem |
|---|---|---|
| P0400 | Tensão nominal do motor | Placa — tensão da ligação em uso (estrela ou triângulo) |
| P0401 | Corrente nominal do motor | Placa — corrente na tensão usada |
| P0402 | Rotação nominal do motor | Placa — rotação real em rpm |
| P0403 | Frequência nominal do motor | Placa — 60 Hz no Brasil |
| P0404 | Potência nominal do motor | Placa — em kW ou cv |
Os códigos acima são referência da linha CFW500. Para outras linhas WEG e para outros fabricantes (por exemplo, a faixa de parâmetros de dados de placa muda de numeração), confirme os códigos no manual de programação da linha específica antes de gravar. Os parâmetros de dados de placa de motor da linha Danfoss FC 302, por exemplo, ficam na faixa 1-20 a 1-25; os da linha Siemens G120, na faixa p0304 a p0311. A ferramenta usa o CFW500 só como referência didática.
Tempos de rampa: ponto de partida, não receita
O tempo de rampa de aceleração controla quanto tempo o motor leva para ir de zero até a frequência máxima. A fórmula rigorosa exige o momento de inércia da carga, um dado que raramente está disponível na planta:
tacel = (Jtotal × Δω) ÷ Tdisponível
Como na prática quase nunca se tem o momento de inércia em mãos, o campo usa faixas empíricas por tipo de carga como ponto de partida. Não são norma e não são regra fixa — são um valor inicial para ajustar em campo, monitorando a corrente e a tensão do barramento. A ferramenta usa o meio de cada faixa como sugestão inicial.
| Tipo de carga | Aceleração (ponto de partida) | Desaceleração (ponto de partida) |
|---|---|---|
| Bomba centrífuga / ventilador | 15 a 30 s | 20 a 40 s |
| Compressor de parafuso | 20 a 40 s | 25 a 50 s |
| Esteira transportadora (vazia) | 5 a 15 s | 5 a 15 s |
| Esteira transportadora (com carga) | 15 a 30 s | 20 a 35 s |
| Agitador / mixer | 10 a 20 s | 15 a 25 s |
| Serra / torno (carga constante) | 5 a 10 s | 5 a 10 s |
| Guindaste / içamento | 30 a 60 s | 40 a 80 s (ver aviso) |
Heurística de campo amplamente usada em treinamentos e documentação de fabricantes. Tratar como ponto de partida, não como norma: ajustar em campo monitorando a corrente e o barramento CC. A rampa em S suaviza os extremos da rampa (reduz o jerk) e é recomendada para acoplamentos por correia, redutores e transporte de produto frágil.
Desaceleração e o trip por sobretensão
A desaceleração merece um cuidado especial. Quando uma carga inercial (um ventilador grande, um volante pesado) é freada rápido demais, a energia cinética volta para o barramento CC do inversor. Sem um resistor de frenagem ou frenagem por injeção CC para dissipar essa energia, a tensão do barramento sobe e o inversor dispara o trip por sobretensão para se proteger. Esse é um dos erros mais comuns no comissionamento: programar uma desaceleração agressiva e ver o inversor desarmar toda vez que a máquina para.
Não existe fórmula de campo universal para o tempo mínimo de desaceleração sem frenagem. A regra prática é folga: deixe a desaceleração longa o suficiente para a carga dissipar a inércia por atrito natural, e ajuste progressivamente monitorando a tensão do barramento. Cargas como guindaste e içamento, que têm energia potencial além da inércia, exigem atenção redobrada e quase sempre frenagem dedicada.
Modo de controle: escalar, vetorial ou VVW
O modo de controle define como o inversor regula o motor. A escolha depende da carga:
- Escalar V/f: mantém a relação V/f constante. É o modo robusto e simples, ideal para bomba, ventilador e compressor — e o único que funciona com vários motores ligados ao mesmo inversor.
- Vetorial sensorless: estima a posição do rotor sem encoder e entrega mais torque em baixa velocidade. Bom para carga variável, agitador e extrusora. Não combina com múltiplos motores no mesmo inversor.
- VVW: uma alternativa sensorless simplificada da WEG, entre o escalar e o vetorial.
- Vetorial com encoder: usa realimentação de posição para controle preciso. É o modo de posicionamento e elevadores.
Um cuidado de integridade: o código numérico de cada modo varia por linha de inversor. Na linha CFW500, por exemplo, o valor que corresponde ao vetorial sensorless não é o número 1 — e há valores intermediários que simplesmente não têm função. Por isso a ferramenta mostra o modo pelo nome e pede que você confirme o código no manual da sua linha antes de gravar. Nunca generalize um código de uma linha para outra.
Estrela ou triângulo: o dado mais crítico
Se há um campo onde o erro custa caro, é o da tensão nominal. O parâmetro de tensão do inversor precisa corresponder à tensão que efetivamente chega aos enrolamentos do motor na ligação em uso. E aqui mora a armadilha: um motor de 380 V ligado em estrela numa rede de 380 V recebe cerca de 220 V por enrolamento, porque a tensão de fase é a de linha dividida por raiz de três. O mesmo motor ligado em triângulo recebe a tensão de linha cheia no enrolamento.
Programar a tensão errada nesse campo descasa o modelo do motor que o inversor usa internamente — e pode danificar o motor. A regra é conferir, na placa e no manual do motor, qual ligação está em uso e qual tensão o fabricante manda lançar. A ferramenta marca esse aviso de forma permanente justamente porque é o ponto que mais gera retrabalho e queima de equipamento.
Por que esta ferramenta existe
O comissionamento de inversores é um ritual repetido: o mesmo eletricista parametriza dezenas de equipamentos por ano, sempre com a mesma sequência. Em português, existe muito artigo que explica a parametrização, mas quase nenhuma ferramenta que calcula — que recebe os dados de placa e devolve a lista organizada. As calculadoras em inglês quase sempre focam em seleção (qual inversor comprar), não em parametrização (como configurar o que já está na mão). Esta ferramenta cobre justamente esse buraco: configuração, em português, com a placa na frente.
Por ser 100% client-side, ela funciona sem internet depois de carregada — útil para a planta sem sinal — e não pede cadastro nem dado pessoal. O botão de copiar gera um texto plano pronto para colar no bloco de notas ou mandar para o colega de equipe.
Erros comuns ao parametrizar o inversor
- Generalizar o código de um parâmetro entre linhas. O número que vale para uma linha pode não valer para outra. Confira o código no manual da linha específica.
- Programar a tensão sem checar a ligação. Estrela e triângulo entregam tensões diferentes ao enrolamento. Erro aqui danifica o motor.
- Desacelerar rápido demais em carga inercial. Sem frenagem, a sobretensão dispara o trip. Folgue o tempo de desaceleração.
- Boost de tensão alto com o motor parado. Aquece o enrolamento. Comece de zero e aumente só se faltar torque na partida.
- Modo vetorial com vários motores no mesmo inversor. Não combina. Use o escalar V/f nesse caso.
- Aceitar uma placa incoerente. Escorregamento negativo ou muito alto é sinal de placa errada. Confira antes de gravar.
Perguntas frequentes
Como calcular a velocidade síncrona de um motor de indução?
Ns = (120 × fn) ÷ P. Em 60 Hz, 2 polos dão 3600 rpm, 4 polos 1800 rpm, 6 polos 1200 rpm e 8 polos 900 rpm. A rotação real da placa fica um pouco abaixo, por causa do escorregamento.
O que é escorregamento e qual a faixa normal?
É a diferença relativa entre a velocidade síncrona e a rotação real: s = (Ns − nNom) ÷ Ns × 100%. Em plena carga, fica tipicamente entre 1% e 5%. Slip negativo ou acima de cerca de 8% indica placa inconsistente.
Como sai a relação V/f no modo escalar?
V/f = Vn ÷ fn. Para 380 V / 60 Hz, V/f = 6,33 V/Hz. A 30 Hz a tensão fica em torno de 190 V; a 15 Hz, em torno de 95 V. Em frequências muito baixas o inversor aplica um boost de tensão.
Qual tempo de rampa de aceleração usar?
Não há valor universal. As faixas por tipo de carga (por exemplo 15 a 30 s para bomba e ventilador) são heurística de campo, um ponto de partida. Ajuste em campo monitorando a corrente e o barramento.
Por que desacelerar rápido demais pode dar trip?
Em carga inercial sem frenagem, a energia volta ao barramento e gera sobretensão, que dispara o trip. Folgue o tempo de desaceleração e monitore a tensão do barramento.
Os códigos de parâmetro valem para qualquer inversor?
Não. Mudam de linha para linha e entre fabricantes. A ferramenta usa o CFW500 como referência, mas códigos como o de modo e o de boost devem ser confirmados no manual de programação da linha específica antes de gravar.
Estrela ou triângulo: qual tensão programar?
A que chega aos enrolamentos na ligação em uso. Um motor 380 V em estrela numa rede 380 V recebe cerca de 220 V por enrolamento. Confirme a ligação na placa e no manual do motor.
Quando o comissionamento vira projeto de engenharia?
Quando o acionamento precisa ser dimensionado, integrado à máquina ou liberado com responsabilidade técnica: seleção e proteção do inversor, montagem do painel, parada segura e o laudo das instalações com ART. A Token Engenharia executa esse trabalho em todo o Brasil.
Token Engenharia · Atuação nacional
Do parâmetro de partida ao acionamento comissionado, com ART
A ferramenta organiza os parâmetros; a Token Engenharia dimensiona, monta e comissiona o acionamento. Montagem industrial e eletromecânica, integração de inversores, automação e laudo das instalações — com responsável técnico e ART em todo o Brasil.