BANCADA DO MECÂNICO · TOKEN ENGENHARIA

Severidade de Vibração — descubra em que zona a sua máquina está

Informe a vibração medida (velocidade RMS), a potência da máquina e o tipo de fundação, e veja em segundos a zona de severidade — A (nova), B (aceitável), C (programar correção) ou D (risco de dano) — com a escala desenhada automaticamente e pronta pra imprimir.

Classificar minha máquina

Zona de severidade em segundosEscala desenhada automaticamentePor potência e fundaçãoImprime o resultadoSem cadastro · gratuitoAtendimento nacional

Resposta rápida

A severidade de vibração classifica a vibração medida numa máquina rotativa em uma de quatro zonas — A (nova), B (aceitável), C (programar correção) ou D (risco de dano) — a partir da velocidade RMS em mm/s, do grupo de potência da máquina e do tipo de fundação. No exemplo da página (3,2 mm/s, máquina de 22 kW, fundação rígida), a leitura cai em Zona C: operação ainda possível, mas é hora de programar inspeção e correção antes da próxima janela de parada. A zona orienta a decisão; o diagnóstico da causa vem do histórico de coletas e da análise espectral.

Token Engenharia

TOKEN ENGENHARIA
Confiabilidade e Segurança
SEVERIDADE DE VIBRAÇÃO
tokenengenharia.com.br/ferramentas/severidade-de-vibracao/
Token Engenharia

TOKEN ENGENHARIA
Confiabilidade e Segurança

Ferramenta gratuita · manutenção mecânica

Descubra em que zona a sua máquina está

Informe a vibração medida (velocidade RMS), a potência da máquina e o tipo de fundação — o exemplo abaixo já está montado com uma leitura de 3,2 mm/s numa máquina de 22 kW em base rígida.

Parâmetros

Medição
Máquina

Fundação rígida = referência mais exigente. Fundação flexível admite vibração maior antes de mudar de zona.

Resultado

3,2 mm/s
Vibração medida (mm/s RMS)
Grupo 2 (15–300 kW)
Grupo de máquina
Zona C
Zona de severidade
Rígida
Fundação considerada
🟡 Zona C (3,2 mm/s) — operação limitada. Programe inspeção e correção (balanceamento/alinhamento/fixação) antes da próxima janela de parada.

Escala de severidade

Token Engenharia · tokenengenharia.com.br
Zona A — novaZona B — aceitável longo prazoZona C — limitada, programar correçãoZona D — risco de dano
Zona A — máquina nova ou recém-recuperada. Vibração de referência: nenhuma ação, só acompanhar no histórico.
Zona B — considerada aceitável para operação contínua e de longo prazo, sem restrição. É a faixa normal de uma máquina saudável em operação.
Zona C — considerada insatisfatória para operação contínua de longo prazo. A máquina pode continuar rodando por um período limitado, mas é hora de programar inspeção e correção (balanceamento, alinhamento, folgas, fixação) antes que avance.
Zona D — vibração alta o bastante para ser considerada causa de dano à máquina. Risco de falha; tratar como prioridade, avaliar parada programada e correção imediata.
MEDIÇÃO: 3,2 mm/s · 22 kW · fundação rígida  →  Zona C
Classificação gerada gratuitamente pela TOKEN ENGENHARIA — ferramenta didática da Bancada do Mecânico em tokenengenharia.com.br. Dúvida na leitura? Fale com a Token: tokenengenharia.com.br/contato/

⚠️ Modelo didático de classificação por zona a partir da velocidade de vibração RMS (mm/s), com base em referência de mercado consolidada para avaliação de severidade em máquinas industriais de médio/grande porte. Fundação rígida e flexível têm limites diferentes; máquinas de até 15 kW são aproximadas pelo grupo de menor potência, respeitando a fundação selecionada, com aviso nesta tela. Não substitui a análise de espectro, a tendência histórica de coletas e o laudo de engenharia.

Como a ferramenta chega na zona

O caminho tem três passos, na ordem em que a referência de mercado organiza a classificação:

  • Grupo de máquina: a potência decide o grupo de comparação — acima de 300 kW entra no Grupo 1 (referência mais alta), de 15 a 300 kW entra no Grupo 2. Máquinas de até 15 kW são aproximadas pelo Grupo 2, com aviso explícito na tela.
  • Tipo de fundação: cada grupo tem dois jogos de limites — um mais exigente para fundação rígida (concreto pesado, bem ancorado) e outro mais tolerante para fundação flexível (estrutura metálica, laje esbelta), que cede um pouco e por isso admite vibração maior antes de mudar de zona.
  • Comparação direta: a vibração medida é comparada aos três limites do grupo e fundação escolhidos (A/B, B/C, C/D) — o primeiro limite que a leitura ultrapassa define a zona.

No exemplo do chuveiro — perdão, no exemplo da máquina (22 kW, fundação rígida): os limites do Grupo 2 rígida ficam em 1,4 (A/B), 2,8 (B/C) e 4,5 mm/s (C/D). A leitura de 3,2 mm/s ultrapassa o limite B/C e fica abaixo do C/D — por isso cai em Zona C.

As quatro zonas

O que cada zona pede como ação

Zona A é a vibração de referência de máquina nova — só acompanhar. Zona B é a faixa normal de uma máquina saudável em operação contínua — manter o monitoramento de rotina. Zona C já é considerada insatisfatória para longo prazo: a máquina roda por um período limitado, mas é hora de programar balanceamento, alinhamento ou correção de fixação. E zona D é vibração alta o bastante pra ser causa de dano — prioridade, com avaliação de parada programada. Os limites entre as quatro zonas mudam com o grupo de potência da máquina e o tipo de fundação — por isso a mesma leitura em mm/s pode cair em zonas diferentes conforme o contexto.

Zona não é diagnóstico — é orientação

É importante ser direto sobre o que esta ferramenta faz e o que ela não faz. A zona de severidade responde “o quanto”: o quanto a vibração está fora da faixa esperada para aquele grupo de máquina e fundação. Ela não responde “por quê”.

Quem responde “por quê” é a análise espectral — a mesma vibração organizada por frequência em vez de amplitude única, mostrando se o problema é desbalanceamento, desalinhamento, defeito de rolamento ou folga mecânica — e o histórico de coletas: uma leitura isolada em zona C pode ser um pico pontual; a mesma leitura repetida e subindo ao longo de semanas é uma tendência real de degradação. Comparar vibração exige disciplina: mesma máquina, mesmo ponto de medição, mesma condição de operação — comparar leituras de pontos diferentes é comparar coisas diferentes.

Por isso a ferramenta nunca fecha o assunto sozinha. Zona A ou B com uma leitura isolada ainda pede acompanhamento; zona C ou D pede que o próximo passo seja técnico: coleta estruturada, comparação com o histórico e, quando a causa não é óbvia, análise espectral antes de qualquer decisão de manutenção.

Onde e como medir, na prática

O número de mm/s RMS que entra nesta ferramenta não nasce sozinho — a forma como ele é coletado em campo muda o resultado antes mesmo de qualquer defeito real existir:

  • Ponto de medição: o mais perto possível do mancal, junto ao rolamento. A vibração perde amplitude ao atravessar a carcaça — medir longe da fonte (numa base, numa tampa, num ponto de acesso fácil mas distante) já distorce a leitura pra baixo, mascarando uma severidade real.
  • Três eixos: radial, tangencial e axial. Cada tipo de defeito tende a se destacar mais num eixo do que nos outros — desbalanceamento pesa no radial, folga axial pesa no eixo axial — por isso a leitura de referência da máquina normalmente é a pior das três direções, não uma única medida isolada.
  • Velocidade RMS, não pico nem deslocamento: esta ferramenta trabalha em mm/s RMS porque é a unidade mais usada na referência de severidade de máquinas de médio/grande porte na faixa de frequência típica de defeitos mecânicos (10 Hz a 1.000 Hz). Medições em aceleração (g), mais sensíveis a frequências altas — como defeito de rolamento —, ou em deslocamento (mícron), mais sensível a frequências baixas, contam a mesma história de um jeito diferente; escolher a unidade certa para cada faixa também é trabalho de análise.
  • Condição de operação estável: a máquina precisa estar em regime — mesma carga, mesma rotação, mesma temperatura — no momento da coleta. Medir durante a partida, numa carga muito abaixo do normal ou logo após uma parada longa produz um número que não representa a operação real e não deve entrar na mesma série histórica das leituras de regime.

É por isso que a mesma regra aparece sempre: severidade só se compara na mesma máquina, no mesmo ponto, no mesmo eixo e na mesma condição de operação. Trocar qualquer uma dessas variáveis entre duas coletas invalida a comparação — mesmo que o número pareça, à primeira vista, contar uma história clara.

Erros comuns na leitura de severidade

  • Comparar potências diferentes na mesma tabela. Os limites de zona mudam com o grupo de potência — comparar a vibração de um motor de 10 kW com o limite de uma máquina de 500 kW não faz sentido nenhum.
  • Ignorar o tipo de fundação. A mesma leitura em mm/s pode ser zona B numa base flexível e zona C na mesma máquina reinstalada sobre base rígida — a fundação muda o critério, não só o valor medido.
  • Tratar 0 mm/s como “máquina perfeita”. Na prática, leitura zero quase sempre é sensor solto, desconectado ou desligado — por isso a ferramenta nunca classifica isso como zona A verde; ela avisa para conferir o acoplamento antes de interpretar.
  • Fechar diagnóstico com uma leitura isolada. Zona é fotografia de um instante; diagnóstico exige a tendência ao longo de várias coletas, no mesmo ponto e na mesma condição de operação.
  • Agir na zona sem olhar o espectro. Zona C ou D diz que algo está errado, não diz o quê. Trocar rolamento ou balancear sem confirmar a causa pela análise espectral é decisão tomada às cegas.

Quando a zona pede ação de verdade — coleta estruturada, análise espectral, balanceamento e correção com responsabilidade técnica — é a manutenção industrial da Token que assume: manutenção preditiva de ponta a ponta, em todo o Brasil.

Zona C no simulador? Na planta, isso é alarme de verdade

Enquadrar a máquina pela severidade e agir antes da Zona D é exatamente o serviço de manutenção preditiva — medição periódica, tendência e laudo.

Perguntas frequentes

O que é a severidade de vibração de uma máquina?

É a classificação da vibração medida numa máquina rotativa em uma de quatro zonas — A, B, C ou D — a partir da velocidade de vibração RMS em mm/s. Cada zona indica uma ação diferente, da simples observação à prioridade de intervenção.

Por que a potência e o tipo de fundação mudam a zona?

Porque os limites de cada zona variam com o porte da máquina (grupo de potência) e com a rigidez da base — uma fundação flexível admite vibração maior antes de mudar de zona; uma fundação rígida é a referência mais exigente.

O que significa cada zona (A, B, C, D)?

A é vibração de referência de máquina nova — só acompanhar. B é aceitável para operação contínua de longo prazo — a faixa normal de uma máquina saudável. C é insatisfatória para longo prazo — programar correção antes da próxima janela de parada. D é nível associado a risco de dano — prioridade.

Por que máquinas de até 15 kW aparecem com aviso?

Porque essa faixa fica fora do grupo direto da referência — a ferramenta aproxima pelo Grupo 2, respeitando a fundação escolhida, e avisa que é uma referência, não uma leitura direta da tabela.

Por que uma leitura de 0 mm/s não é uma boa notícia?

Porque 0 mm/s quase sempre é sensor solto, desconectado ou desligado — não uma máquina perfeitamente parada. A ferramenta nunca classifica isso como zona A verde.

Essa classificação substitui a análise de vibração?

Não. A zona orienta a ação, mas quem confirma a causa é o histórico de coletas e a análise espectral, que aponta o defeito específico. A zona diz “o quanto”; o espectro diz “por quê”.

Token EngenhariaToken Engenharia · Manutenção industrial

Da zona de severidade à causa confirmada em campo

A ferramenta classifica a zona; a Token mede a vibração real da máquina, roda a análise espectral, confirma a causa e executa o balanceamento ou a correção — manutenção preditiva com responsabilidade técnica, em todo o Brasil.

Falar com a Token sobre manutenção