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Simulador de PLr — descubra o Performance Level que a sua máquina exige

Clique nos 3 níveis do gráfico de risco da ABNT NBR ISO 13849-1 — severidade da lesão, frequência/exposição ao perigo e chance de evitar — e receba o PLr: o nível de confiabilidade que o sistema de segurança da máquina PRECISA ter. A ferramenta também mostra as combinações de categoria × DCavg × MTTFd que alcançam aquele PL.

Calcular o PLr agora

Gráfico de risco Anexo APLr de a a e, 8 caminhosCategoria × DCavg × MTTFdImprime o resultadoSem cadastro · gratuitoAtendimento nacional

Resposta rápida

PLr (Performance Level requerido) é o nível de confiabilidade que o sistema de segurança de uma máquina PRECISA ter, segundo o gráfico de risco da ABNT NBR ISO 13849-1 (Anexo A). Três perguntas — severidade da lesão possível, frequência/tempo de exposição ao perigo e chance de escapar a tempo — levam a uma letra de a (risco menor) a e (risco maior). No exemplo desta página (S2 → F2 → P2: lesão grave, exposição frequente, quase impossível evitar), o PLr calculado é E — o cenário mais crítico da árvore, SIL de referência 3. O PLr é o alvo; o PL que a máquina REALMENTE alcança depende da arquitetura do sistema de comando — outra conta, de projeto.

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Confiabilidade e Segurança
SIMULADOR DE PLr — ISO 13849
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Descubra o PLr da sua máquina

Clique nos 3 níveis do gráfico de risco — severidade, frequência/exposição e chance de evitar — e receba o PLr (Performance Level requerido), conforme a ABNT NBR ISO 13849-1. O exemplo abaixo já mostra o caminho mais crítico: S2 → F2 → P2PLr E.

Gráfico de risco — clique nos 3 níveis

1. Severidade: S2 — lesão grave2. Frequência/exposição: F2 — exposição frequente/longa3. Chance de evitar: P2 — quase impossível

PLr a — risco menorbcde — risco maior

O que esse PLr exige da arquitetura — combinações que ALCANÇAM este PL

Combinações típicas de categoria (NBR 14153) × DCavg × MTTFd que, JUNTAS, alcançam o PLr calculado ao lado.

Categoria 3

DCavg necessárioMédia (90–99%)
MTTFd por canalAlto (30–100 anos)
Categoria 4

DCavg necessárioAlta (≥99%)
MTTFd por canalAlto (30–100 anos)
⚠️ Categoria e PL não são equivalência automática. A categoria (NBR 14153) descreve a ARQUITETURA do sistema de comando; o PL (NBR ISO 13849) só se confirma cruzando essa categoria com o DCavg e o MTTFd REAIS de cada canal, medidos ou informados pelo fabricante do componente. Duas máquinas “categoria 3” podem ter PL diferente (c, d ou e) dependendo desses dois números.

⚠️ A NR-12 cita a NBR 14153 pelo nome nos Anexos que tratam de prensas, injetoras e máquinas correlatas — exigindo uma categoria específica (com frequência, “categoria 4”) para o sistema de comando relacionado à segurança nesses equipamentos. Só que categoria (NBR 14153) e PL (NBR ISO 13849) não são a mesma escala: uma “categoria 4” só equivale a “PL e” se, além da categoria, o DCavg for Alto e o MTTFd de cada canal também for Alto. A conversão automática e formal entre as duas normas depende de uma Nota Técnica do Ministério do Trabalho que este simulador não trata como fechada — por isso, mesmo no modo prensas/injetoras, esta ferramenta nunca crava uma equivalência 1:1 entre categoria exigida e PL alcançado.
Este simulador indica o Performance Level requerido (PLr) a partir dos parâmetros informados (severidade, frequência, evitabilidade) e o PL estimado a partir da categoria/DCavg/MTTFd informados, conforme a ABNT NBR ISO 13849-1. Não é uma validação. A validação formal do PL alcançado — por análise e ensaio, conforme a ABNT NBR ISO 13849-2 — é projeto e responsabilidade de profissional habilitado. Consulte a Token Engenharia para o projeto/laudo com ART.
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Resultado

E
PLr calculado
3
SIL de referência (não é cálculo alternativo)
PLr = E — caminho S2 → F2 → P2. Este é o nível de confiabilidade que o sistema de segurança precisa alcançar (não é ainda o que a máquina TEM — veja o painel “o que esse PLr exige” ao lado).

Por trás de cada letra de PL existe uma faixa de probabilidade de falha perigosa por hora (PFHD) — refinamento de engenharia que esta triagem pública não exibe (é cálculo de detalhe, feito no projeto).

CAMINHO: S2 → F2 → P2  →  PLr E · SIL de referência 3
Simulador de PLr gerado gratuitamente pela TOKEN ENGENHARIA — ferramenta da Bancada do Mecânico em tokenengenharia.com.br. Apreciação de risco e projeto do sistema de segurança com ART: tokenengenharia.com.br/servicos/adequacao-nr12/

Como funciona o gráfico de risco (Anexo A)

O procedimento é sempre o mesmo: percorrer três bifurcações, da esquerda para a direita, escolhendo em sequência severidade, frequência/exposição e evitabilidade. São 2³ = 8 caminhos possíveis, e cada um tem exatamente uma letra de PLr — nunca existe combinação sem resposta.

  • 1· Severidade (S): se o perigo se concretizar, a lesão é S1 (leve, normalmente reversível — um corte, uma batida) ou S2 (grave, normalmente irreversível, incluindo morte)? É a pergunta mais objetiva das três: olha só para a consequência, não para a chance de acontecer.
  • 2· Frequência/exposição (F): a pessoa se expõe ao perigo F1 (raramente, ou por pouco tempo quando se expõe) ou F2 (com frequência, ou por muito tempo — faz parte da rotina de trabalho dela nessa máquina)? Quanto mais perto do perigo e mais tempo exposta, maior o F.
  • 3· Evitabilidade (P): dá para perceber o perigo a tempo e reagir ou escapar — P1 (possível sob certas condições) — ou o evento é rápido e sem aviso demais, P2 (quase impossível)? Entram aqui a velocidade do evento, a visibilidade do risco e a experiência do operador com aquele perigo.

A combinação das três respostas devolve o PLr direto da árvore — sempre a mesma letra para a mesma combinação, sem margem de interpretação na hora de ler o resultado (a interpretação técnica está em ESCOLHER S, F e P corretamente, que é trabalho de apreciação de risco).

O painel ao lado explicado

PLr é o requisito; PL é o que a arquitetura realmente entrega

O PLr que a árvore calcula é só a METADE da conta. A outra metade é o PL alcançado pela máquina de verdade — e esse número não sai da categoria sozinha. A ABNT NBR ISO 13849-1 cruza três informações ao mesmo tempo: a categoria (arquitetura do sistema de comando, conforme a NBR 14153), o DCavg (cobertura de diagnóstico — o quanto o sistema percebe seus próprios defeitos) e o MTTFd de cada canal (tempo médio até uma falha perigosa). A mesma “categoria 3” pode alcançar PL c, d ou e dependendo desses outros dois números — por isso o painel “o que esse PLr exige” sempre mostra mais de uma combinação válida, nunca uma equivalência única.

Categoria e PL não são a mesma escala — e por que isso importa

É o erro mais comum de quem começa a estudar segurança de máquinas: tratar “categoria 3” e “PL c” (ou qualquer outra letra) como se fossem sinônimos. Não são. A categoria (B, 1, 2, 3 ou 4, definida pela NBR 14153) descreve a arquitetura do sistema de comando relacionado à segurança: como os canais são montados, se há redundância, se há verificação periódica, se um defeito isolado é detectado. Já o PL (a a e, definido pela NBR ISO 13849-1) é o resultado de cruzar essa categoria com dois outros números medidos ou informados pelo fabricante do componente: o DCavg e o MTTFd por canal.

Na prática: duas máquinas com sistemas de comando “categoria 3” podem ter PL completamente diferente. Uma com DCavg baixa e MTTFd médio fica em PL c; outra com DCavg média e MTTFd alto chega a PL e. A categoria é necessária, mas sozinha nunca é suficiente para cravar o PL — por isso este simulador sempre mostra o painel de arquiteturas como uma lista de combinações possíveis, nunca como uma tabela de conversão direta.

Modo prensas/injetoras: o que a NR-12 exige

A NR-12 — a norma regulamentadora que rege segurança de máquinas no Brasil — cita as duas normas técnicas em pontos diferentes do texto. De forma geral, remete à NBR ISO 13849 para conformidade do sistema de comando relacionado à segurança. Mas nos Anexos que tratam especificamente de prensas, injetoras e equipamentos correlatos, a NR-12 cita a NBR 14153 pelo nome, exigindo uma categoria específica do sistema de comando — com frequência, “categoria 4”.

O toggle “modo prensas/injetoras” desta ferramenta sinaliza essa exigência nominal quando marcado. Mas a trava continua valendo integralmente: uma exigência de “categoria 4” na NR-12 não vira automaticamente “PL e”. Só vira PL e se, além da categoria 4, o DCavg for Alto e o MTTFd de cada canal também for Alto — os três números, sempre juntos. A conversão formal e automática entre as duas escalas depende de uma Nota Técnica do Ministério do Trabalho que este simulador não trata como fechada; por isso, mesmo no modo prensas/injetoras, a ferramenta nunca crava essa equivalência 1:1.

Erros comuns ao usar o gráfico de risco

  • Escolher S pela probabilidade, não pela consequência. S1/S2 pergunta só “se der errado, quão grave é” — a chance de dar errado entra em F e P, não em S. Misturar os três embaralha o resultado.
  • Confundir “raro” com “F1” sem olhar a duração. F leva em conta frequência e/ou tempo de exposição — uma tarefa rara mas demorada pode pesar tanto quanto uma tarefa frequente e curta.
  • Assumir P1 porque “o operador é treinado”. P mede se o evento em si dá tempo/aviso de reagir, não a competência do operador isoladamente — evento súbito e sem aviso é P2 mesmo com o melhor treinamento.
  • Achar que uma “categoria alta” já resolve o PL. Como visto acima, o PL só se confirma cruzando categoria com DCavg e MTTFd reais — categoria isolada é estimativa grosseira.
  • Tratar o PLr calculado como PL validado. O PLr é o alvo; o PL alcançado pela arquitetura real, validado por análise e ensaio (NBR ISO 13849-2), é etapa separada e posterior.

Quando o PLr calculado aqui precisa virar laudo NR-12 com apreciação de risco completa, ou a arquitetura da máquina precisa de adequação para alcançar o PL exigido, é a Token que assina com ART.

Perguntas frequentes

O que é o PLr (Performance Level requerido)?

É o nível de confiabilidade que o sistema de segurança de uma máquina PRECISA ter, segundo o gráfico de risco da ABNT NBR ISO 13849-1 (Anexo A). Vai de a (risco menor) a e (risco maior) e nasce de três perguntas: severidade da lesão, frequência/exposição e evitabilidade.

Como o simulador calcula o PLr a partir das 3 perguntas?

Segue o gráfico de risco da norma: S1/S2, F1/F2 e P1/P2 — 8 caminhos possíveis, cada um com uma letra de PLr definida, sempre a mesma para a mesma combinação.

O que é o painel “o que esse PLr exige da arquitetura”?

É o cruzamento do PLr calculado com a Tabela 6/Figura 5 da mesma norma: mostra combinações de categoria, DCavg e MTTFd que, juntas, alcançam aquele PL.

Categoria (NBR 14153) e PL (NBR ISO 13849) são a mesma coisa?

Não. A categoria descreve a arquitetura do sistema de comando; o PL só se confirma cruzando essa categoria com o DCavg e o MTTFd reais de cada canal. Duas máquinas “categoria 3” podem ter PL diferente dependendo desses dois números.

O modo prensas/injetoras muda esse cálculo?

Não muda o cálculo do PLr. Sinaliza que a NR-12 cita a NBR 14153 pelo nome nos Anexos de prensas/injetoras, exigindo uma categoria específica — sem virar equivalência automática de PL.

Este simulador substitui a apreciação de risco da máquina?

Não. É triagem pública e didática. A validação formal do PL alcançado, por análise e ensaio (NBR ISO 13849-2), é projeto e responsabilidade de profissional habilitado.

Como o PLr calculado aqui se conecta ao laudo de adequação NR-12?

O PLr define o alvo de confiabilidade de cada função de segurança. O laudo de adequação NR-12 avalia se a arquitetura instalada atende esse PLr e especifica o que precisa mudar quando não atende — com responsabilidade técnica e ART.

Token EngenhariaToken Engenharia · Segurança de máquinas e adequação NR-12

Do PLr calculado ao laudo com ART

A ferramenta calcula o requisito; a Token faz a apreciação de risco completa, projeta a adequação e emite o laudo — segurança de máquinas com responsável técnico e ART, em todo o Brasil.

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