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Espectro de Vibração — reconheça o defeito pela assinatura na FFT

Monte a forma de onda a partir das componentes clássicas de vibração de máquinas rotativas — 1×, 2×, 3× da rotação e o pico de defeito de rolamento (BPFO) — e veja o espectro e o diagnóstico automático por leitura de assinatura: desbalanceamento, desalinhamento, rolamento ou folga.

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Forma de onda e espectroDiagnóstico por assinatura1×, 2×, 3× e BPFOImprime a leituraSem cadastro · gratuitoAtendimento nacional

Resposta rápida

O espectro de vibração organiza a mesma vibração da máquina por frequência em vez de por tempo — e cada tipo de defeito mecânico vibra numa frequência característica, como uma impressão digital. Esta ferramenta monta o espectro a partir de 4 componentes clássicas (1×, 2×, 3× da rotação e o BPFO do rolamento) e aplica leitura automática de assinatura. No exemplo da página (máquina a 1800 RPM, 1× = 30,0 Hz, com um pico isolado de 4,0 mm/s em BPFO), a dominância do 1× fica em apenas 36% da energia total — longe do desbalanceamento — e o diagnóstico automático aponta defeito de pista externa de rolamento. É um padrão típico de leitura, não um laudo: a confirmação sempre exige análise de um técnico habilitado.

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ESPECTRO DE VIBRAÇÃO — ASSINATURA FFT
tokenengenharia.com.br/ferramentas/espectro-de-vibracao/
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Ferramenta gratuita · manutenção mecânica

Monte o espectro e leia a assinatura

Escolha um padrão de defeito nos presets ou ajuste as amplitudes das componentes (1×, 2×, 3× e o pico de rolamento BPFO) e veja a forma de onda, o espectro e o diagnóstico automático — o exemplo abaixo já está montado com um padrão de rolamento com defeito.

Parâmetros

Máquina
Componentes da vibração (mm/s)
3,0
0,0
0,0
Frequência de rolamento
4,0
Ruído
0,10

Leitura do espectro

30,0 Hz
1× (Hz) = RPM/60
25,0 mm²/s²
Energia total (Σ A²)
36%
1× / energia total
0%
2× / 1×
🔴 1 diagnóstico(s) disparado(s): Defeito de pista externa de rolamento.
⚠ Defeito de pista externa de rolamento
Pico em BPFO de 4,0 mm/s (≥ 2 mm/s) — assinatura de defeito na pista externa do rolamento.
Desbalanceamento
Não disparado.
Desalinhamento provável
Não disparado.
Folga mecânica
Não disparado.

Forma de onda no tempo — janela de 0,2 s. Soma dos senos 1×+2×+3×+BPFO + ruído de fundo determinístico.

Espectro construído a partir das componentes (não é FFT de amostras). Eixo inferior em Hz, eixo superior em ordens ×RPM.

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MÁQUINA: 1800 RPM · 1× = 30,0 Hz  →  dominância do 1× 36% · padrão apontado: Defeito de pista externa de rolamento
Espectro gerado gratuitamente pela TOKEN ENGENHARIA — ferramenta didática da Bancada do Mecânico em tokenengenharia.com.br. Padrão típico de leitura de assinatura — confirme com análise de vibração de campo em tokenengenharia.com.br

⚠️ Modelo didático: espectro montado a partir de 4 componentes conhecidas (1×, 2×, 3×, BPFO), não de FFT real sobre sinal amostrado. As regras de diagnóstico (dominância de 1×, razão 2×/1×, pico em BPFO, trio 1-2-3× com ruído) seguem cartas de diagnóstico clássicas de análise de vibração — limiares numéricos aqui são simplificados para fins didáticos e devem ser conferidos por um analista de vibração (referência de prática: ISO 13373, ISO 20816) antes de qualquer decisão de manutenção. Não substitui coleta de campo nem laudo de engenharia.

De onde vêm as 4 frequências do espectro

Toda máquina rotativa tem um eixo girando a uma velocidade conhecida — e é dessa velocidade que nascem as frequências que o espectro procura:

  • 1× (uma vez por rotação): a frequência do próprio eixo, em Hz = RPM ÷ 60. Todo eixo girando vibra pelo menos um pouco em 1×; o que muda é o quanto.
  • 2× e 3× (harmônicas): múltiplos inteiros exatos de 1×. Aparecem quando a vibração não é um seno puro — um desalinhamento, por exemplo, empurra energia para o 2×.
  • BPFO (Ball Pass Frequency Outer race): não é múltiplo de 1× — é calculada pela geometria do rolamento (número de elementos rolantes, diâmetros, ângulo de contato). É a frequência com que cada elemento rolante passa por um mesmo ponto da pista externa; um defeito ali produz um impacto a cada passagem, e o espectro mostra isso como um pico isolado exatamente em BPFO, sem relação com 1×, 2× ou 3×.

No exemplo desta página, a máquina gira a 1800 RPM (1× = 30,0 Hz) e o BPFO configurado é 107 Hz — um valor típico de catálogo de rolamento, bem distante de 1×, 2× ou 3×. É exatamente essa distância que torna o pico em BPFO reconhecível: ele não se confunde com as harmônicas da rotação.

As quatro leituras

A assinatura de cada defeito no espectro

Desbalanceamento concentra a energia quase toda no 1×. Desalinhamento faz o 2× subir perto do 1×. Defeito de pista externa de rolamento aparece como um pico isolado, sozinho, na frequência BPFO — longe das harmônicas da rotação. E folga mecânica ergue 1×, 2× e 3× juntos, com o piso de ruído mais alto do que o normal. São quatro padrões diferentes, cada um apontando para uma causa mecânica diferente — e é por isso que a leitura de espectro é o primeiro passo de qualquer diagnóstico de vibração.

Por que este espectro não é uma FFT real

É importante ser direto sobre o que esta ferramenta faz e o que ela não faz. A forma de onda que você vê é montada: soma dos 4 senos (1×, 2×, 3×, BPFO), cada um com a amplitude que você configurou, mais um ruído de fundo determinístico — e o espectro mostra exatamente essas 4 barras, nas frequências que você já sabia que existiam.

Uma FFT (Fast Fourier Transform) real parte do caminho inverso: um acelerômetro mede a vibração de verdade no equipamento, milhares de amostras por segundo, e o algoritmo revela quais frequências estão presentes — incluindo picos que ninguém previu, ruído real do ambiente, e a interação entre defeitos que nenhuma fórmula simples captura. É o trabalho de um analisador de vibração de verdade, com sensor calibrado e software especializado, em cima de dados coletados na máquina.

O valor desta ferramenta é pedagógico: treinar o olho para reconhecer a assinatura de cada defeito antes de olhar um espectro medido de verdade — não substituir a coleta nem a análise real.

Na prática de campo, a coleta muda bastante essa conta. O acelerômetro fica fixado o mais perto possível do rolamento (mancal), porque a vibração perde amplitude rápido ao atravessar a carcaça — um ponto de fixação ruim, ou colado longe da fonte, já distorce o espectro antes mesmo de qualquer defeito real existir. A leitura normalmente sai em três eixos (radial, tangencial e axial), porque cada tipo de defeito tende a se destacar mais num eixo do que nos outros — desbalanceamento pesa no radial, folga axial pesa no eixo axial, por exemplo. E a unidade usada aqui, mm/s, mede velocidade de vibração; medições em aceleração (g) ou deslocamento (mícron) contam a mesma história de um jeito diferente, mais sensível a frequências altas ou baixas conforme o caso — a escolha da unidade certa para cada faixa de frequência também é trabalho de análise, não de leitura isolada do espectro.

Erros comuns na leitura de um espectro de vibração

  • Olhar só o pico mais alto e ignorar o resto. Mais de um padrão pode disparar ao mesmo tempo — um desalinhamento tensiona o rolamento e acelera seu desgaste; ver só o maior pico e fechar o diagnóstico cedo demais é o erro mais comum.
  • Confundir harmônica com BPFO. 2× e 3× são múltiplos exatos de 1×; BPFO quase nunca é. Se o pico cai exatamente em 2× ou 3×, a leitura correta é harmônica de desalinhamento ou folga — não rolamento.
  • Diagnosticar de uma coleta só. Um pico isolado pode ser real ou pode ser ruído do instante da medição. A tendência ao longo de várias coletas pesa tanto quanto o valor de uma coleta isolada — é assim que a análise de vibração profissional trabalha.
  • Tratar o limiar como sentença. Os limiares desta ferramenta (70% de energia, 50% de razão 2×/1×, 2 mm/s em BPFO) são simplificados para fins didáticos — a fronteira real varia com a máquina, a base, o histórico e a norma de severidade adotada.
  • Agir sem confirmar em campo. Trocar rolamento, balancear ou realinhar a partir só de um padrão espectral, sem coleta real nem análise de um técnico habilitado, é decisão de manutenção tomada no escuro.

Quando o padrão precisa virar diagnóstico de verdade — coleta em campo, comparação com histórico, laudo — é a manutenção industrial da Token que assume: análise de vibração, balanceamento e correção com responsabilidade técnica.

Do espectro didático ao analisador na máquina

Ler o espectro da SUA máquina — com histórico, alarme e diagnóstico — é o coração da manutenção preditiva da Token: medição em campo e laudo por engenheiro.

Perguntas frequentes

O que é um espectro de vibração?

É a mesma vibração medida no equipamento, organizada por frequência em vez de por tempo. O espectro mostra picos: em qual frequência a vibração é forte e em qual é fraca — e cada defeito mecânico vibra numa frequência característica, como uma impressão digital.

O que significam 1×, 2×, 3× e BPFO?

1× é a frequência de rotação do eixo (RPM ÷ 60). 2× e 3× são harmônicas, múltiplos inteiros de 1×. BPFO é a frequência de passagem dos elementos rolantes pela pista externa do rolamento — calculada pela geometria do rolamento, não é múltiplo de 1×.

Como a ferramenta chega ao diagnóstico automaticamente?

Por leitura prática de assinatura: 1× dominante aponta desbalanceamento; 2× alto perto do 1× aponta desalinhamento; pico isolado em BPFO aponta defeito de rolamento; e 1×+2×+3× altos com ruído de fundo apontam folga mecânica. São critérios usuais, simplificados para fins didáticos.

Este espectro é uma FFT real?

Não. É a soma de 4 componentes conhecidas (1×, 2×, 3×, BPFO) com as amplitudes que você configurou, mais ruído determinístico. Uma FFT real parte de um sinal medido no campo e revela frequências que ninguém escolheu de antemão.

O diagnóstico substitui um analista de vibração?

Não. É um padrão típico com limiares simplificados para fins didáticos — não é laudo. A confirmação sempre exige análise de campo por um técnico habilitado, com o histórico da máquina e a coleta real.

Por que mais de um diagnóstico pode disparar junto?

Os critérios não são excludentes — uma máquina real soma problemas: desalinhamento tensiona rolamento, folga alimenta várias harmônicas ao mesmo tempo. Quando mais de um padrão dispara, o certo é investigar o conjunto.

O que fazer depois de ver o padrão de defeito?

Registrar o padrão e programar a coleta de campo: um analista de vibração mede a máquina de verdade, compara com o histórico de coletas e confirma — ou descarta — o diagnóstico antes de qualquer intervenção. É o serviço de manutenção preditiva da Token.

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Do padrão no espectro à coleta confirmada em campo

A ferramenta treina a leitura da assinatura; a Token mede a vibração real da máquina, confirma o diagnóstico e executa o balanceamento ou a correção — manutenção preditiva com responsabilidade técnica, em todo o Brasil.

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