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BANCADA DO MECÂNICO · TOKEN ENGENHARIA
Distância de Segurança NR-12 — calcule S e veja a prensa parar a tempo
Informe o dispositivo de proteção (cortina de luz, comando bimanual ou scanner) e o tempo real de parada da máquina, e receba a distância mínima S do Anexo I da NR-12 — depois aperte ▶ e assista a física confirmar se a prensa para antes da mão chegar.
Fórmula do Anexo I da NR-12Cortina, bimanual e scannerCena anima a física em tempo realImprime o cálculo e o vereditoSem cadastro · gratuitoAtendimento nacional
Resposta rápida
Distância de segurança S é a distância mínima entre o dispositivo de proteção (cortina de luz, comando bimanual ou scanner de área) e o ponto de perigo da máquina, calculada pela fórmula S=(K×T)+C do Anexo I da NR-12 (que reproduz a fórmula e o Quadro I da ISO 13855). No exemplo desta página, uma cortina de luz com resolução de 30 mm e tempo total de parada de 0,35 s exige S = 688 mm. O farol desta ferramenta nunca fica verde: ele mostra se a distância informada atende o requisito no papel (azul) ou não atende (âmbar) — “seguro” é conclusão de laudo em campo, não de calculadora.
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DISTÂNCIA DE SEGURANÇA — NR-12
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Calcule a distância mínima S e veja a prensa parar
Informe o tipo de proteção e o tempo real de parada da máquina, receba a distância mínima S do Anexo I da NR-12 — e aperte ▶ para ver a física confirmar (ou não) a conta numa cena animada.
Dispositivo de proteção e tempo de parada
DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO
Resolução d: menor objeto detectado pela cortina, em mm. Só vale nesta fórmula entre 14 e 40 mm.
TEMPO DE PARADA DA MÁQUINA
T = t1 + t2, o tempo total medido entre o sinal de parada e a máquina efetivamente parada — não o tempo de catálogo.
Resultado
0,35 s
Tempo total de parada T
128 mm
Fator de penetração C
688 mm
Distância mínima S
1600 mm/s
Constante K usada
700 mm
Proteção instalada a (cena)
—
Margem na simulação
🔵 Distância mínima REQUERIDA = 688 mm — sua proteção na cena está a 700 mm (atende no papel). Aperte ▶ e veja a física confirmar. 1ª conta (K=2000): 828 mm > 500 mm → recalcula com K=1600: 688 mm.
A cena — a física confirma a conta arraste a proteção e aperte ▶
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O que significa cada termo (linguagem de chão de fábrica)
T
Tempo total de parada da máquina = tempo de resposta do circuito de segurança (0,15 s) + tempo de frenagem/parada do movimento (0,20 s) = 0,35 s. É o tempo entre o sinal de parada e a máquina realmente parada, medido em campo — não o tempo “de catálogo”.
K
Velocidade de aproximação considerada da mão/braço em direção ao perigo. 1600 mm/s nesta conta — a norma manda recalcular com valor menor (1.600 mm/s) quando a primeira conta (com 2.000 mm/s) resulta em S maior que 500 mm.
C
Fator de penetração — quanto a mão consegue “furar” a cortina antes de ser detectada, em função da resolução d. Com d = 30 mm, C = 8×(30−14) = 128 mm.
S
Distância mínima entre o plano da cortina de luz e o ponto de perigo da máquina: 688 mm. Regra dos 500 mm: se K×T+C der mais que 500 mm com K=2.000, a norma manda refazer a conta com K=1.600 — e o resultado não pode ficar abaixo de 500 mm. Em qualquer caso, S nunca é menor que 100 mm.
DISPOSITIVO: Cortina de luz vertical · T = 0,35 s · S requerido = 688 mm · protegido a 700 mm → veredito: atende no papel — aguardando simulação
Distância de segurança calculada gratuitamente pela TOKEN ENGENHARIA — ferramenta da Bancada do Mecânico em tokenengenharia.com.br. Laudo e adequação NR-12 com ART: tokenengenharia.com.br/servicos/adequacao-nr12/
⚠️ Modelo didático conforme o Anexo I da NR-12 (que reproduz a ISO 13855), para aproximação em linha reta ao ponto de perigo. A cena anima o princípio (cortina vertical, aproximação perpendicular, mão na velocidade K da norma) — o projeto real considera geometria, ângulo de aproximação, altura de instalação, alcance por cima e a apreciação de risco completa da máquina, por profissional habilitado. Não substitui projeto nem laudo. Laudo e adequação exigem levantamento em campo.
Como a ferramenta calcula a distância S
A fórmula é a mesma para os 3 dispositivos, só muda o valor de C e, na cortina, o critério que escolhe K:
- Tempo total de parada (T): soma do tempo de resposta do circuito de segurança com o tempo de frenagem/parada do movimento — medido em campo, não de catálogo.
- Constante de velocidade (K): para cortina de luz, a norma manda começar com K=2.000 mm/s; se o resultado passar de 500 mm, refaz a conta com K=1.600 mm/s — e esse segundo resultado tem piso de 500 mm (a “regra dos 500 mm”). Bimanual e scanner usam sempre K=1.600 mm/s.
- Fator de penetração (C): na cortina, C=8×(d−14), com d entre 14 e 40 mm (fora dessa faixa a fórmula muda — use o modo scanner acima de 40 mm). No bimanual, C é fixo em 250 mm. No scanner, C é fixo em 850 mm.
- Piso mínimo: em qualquer dispositivo, S nunca é menor que 100 mm.
No exemplo da página (cortina, d=30 mm, T=0,35 s): C = 8×(30−14) = 128 mm. A 1ª conta (K=2.000) dá 828 mm — como passa de 500 mm, refaz com K=1.600: S = 1.600×0.35+128 = 688 mm.
A fórmula explicada
As duas parcelas que somam a distância S
A distância S nasce de duas parcelas somadas. K×T é a parcela que domina o resultado: quanto o corpo avança, à velocidade K definida pela norma, durante o tempo real de parada T da máquina. C é a penetração possível antes da detecção acontecer — menor numa cortina de luz fina (resolução baixa), maior num scanner de área. A norma soma as duas e ainda aplica um piso mínimo, nunca resultando em distância menor que a física exige.
Cortina de luz, comando bimanual ou scanner de área: qual usar
São 3 formas de detecção diferentes, com C diferente — a escolha muda a distância mínima exigida:
- Cortina de luz vertical: detecta a mão ou o braço cruzando o plano de feixes. Quanto menor a resolução d (cortina mais “fina”, mais feixes próximos), menor o fator C e menor a distância S exigida. Só vale para esta fórmula entre 14 e 40 mm de resolução.
- Comando bimanual: exige as duas mãos nos botões simultaneamente. C é fixo em 250 mm — a distância que a mão ainda percorre por reflexo depois de soltar os botões no instante do comando de parada.
- Scanner de área: varredura paralela ao piso, detecta o corpo se aproximando (não a mão isolada). C é fixo em 850 mm, maior que os outros dois porque a incerteza da detecção é maior.
Em qualquer um dos três, o resultado é a mesma coisa: a distância mínima que garante que a máquina para antes de o corpo alcançar a zona de perigo — considerando o tempo de parada medido, não o de catálogo.
Checklist — o que aumenta T na prática (e empurra S pra mais longe)
- Contator/relé de segurança desgastado ou envelhecido — tempo de queda de armadura sobe com o uso, e T real fica maior que o T de projeto.
- Freio do motor gasto ou mal ajustado — folga na lona/disco aumenta o tempo até a parada total do eixo.
- Inércia extra — ferramenta, molde ou volante pesado adicionado depois do projeto original da máquina, sem reavaliar o tempo de parada.
- Pressão de ar ou óleo hidráulico baixa — sistemas pneumáticos/hidráulicos freiam mais devagar fora da faixa de pressão de projeto.
- CLP ou relé de segurança com ciclo de varredura lento — atraso no processamento do sinal soma direto no tempo de resposta.
- Cortina de luz desalinhada, suja ou com reflexo parasita — pode mascarar falha e mudar o tempo real de resposta do sistema.
- Manutenção sem medição periódica do tempo de parada — a norma exige remedir; T “de catálogo” não é pra sempre.
Quando o levantamento em campo confirma que a instalação real não atende a distância calculada, o caminho é a adequação NR-12 da Token: apreciação de risco, projeto e instalação das proteções, com ART. E quando o que falta é o diagnóstico completo da máquina, é o laudo NR-12 que documenta o que está e o que não está conforme.
Perguntas frequentes
O que é a distância de segurança S da NR-12?
É a distância mínima entre o dispositivo de proteção (cortina de luz, comando bimanual ou scanner de área) e o ponto de perigo da máquina, calculada pela fórmula S=(K×T)+C do Anexo I da NR-12, que reproduz a fórmula e o Quadro I da ISO 13855.
Por que o farol desta ferramenta nunca fica verde?
Porque a ferramenta calcula o requisito normativo, não atesta que a instalação real está segura — isso exige medição em campo e laudo de profissional habilitado. O farol usa azul (atende no papel) ou âmbar (não atende), nunca verde.
Qual a diferença entre cortina de luz, comando bimanual e scanner de área?
São 3 formas de detecção com fórmulas próprias: a cortina usa K de 2.000 ou 1.600 mm/s conforme o resultado, e C depende da resolução d (14–40 mm); o bimanual usa C fixo de 250 mm; o scanner usa C fixo de 850 mm.
Por que a fórmula muda de K=2.000 para K=1.600 mm/s?
É a regra dos 500 mm: se a 1ª conta (K=2.000) der mais que 500 mm, a norma manda refazer com K=1.600 — e o resultado não pode ficar abaixo de 500 mm. Em qualquer caso, S nunca é menor que 100 mm.
O que aumenta o tempo de parada T na prática?
Contator ou relé desgastado, freio do motor gasto, inércia extra adicionada depois do projeto original, pressão de ar/óleo baixa, CLP com ciclo de varredura lento, e cortina de luz desalinhada ou suja — a norma exige remedição periódica do tempo de parada.
Esta ferramenta substitui o projeto e o laudo de adequação NR-12?
Não. É um modelo didático para aproximação em linha reta ao ponto de perigo. O projeto real considera geometria, ângulo de aproximação, altura de instalação, alcance por cima e a apreciação de risco completa da máquina, por profissional habilitado, com levantamento em campo.
Token Engenharia · Laudo e adequação NR-12
Da distância calculada ao laudo com ART
A ferramenta fecha a conta da distância mínima; a Token faz a apreciação de risco, o projeto e a instalação das proteções em campo — laudo e adequação NR-12 com responsável técnico e ART, em todo o Brasil.