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Simulador de bancada motor + inversor — arraste a frequência e veja o eixo acelerar

Vai comissionar um inversor de frequência ou estudar o acionamento V/f de um motor? Arraste a frequência de saída e veja, ao vivo, a velocidade subir, a tensão acompanhar (V/f constante), o torque cair na zona de enfraquecimento de campo e o derating térmico IC411 aparecer em baixa frequência — na bancada, sem cadastro.

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Rotação n(f) ao vivoCurvas V(f) e T(f)Derating IC411 / IC416Semáforo de margem · sem cadastroResponsável técnico CREA-RJAtendimento nacional

Resposta rápida

Um inversor de frequência controla a velocidade de um motor de indução variando a frequência da tensão de saída: a rotação acompanha a frequência pela velocidade síncrona n_s = (120 × f) / polos. Para o torque continuar disponível, a tensão sobe junto com a frequência — é o V/f constante. Acima da frequência nominal a tensão trava e o torque cai com 1/f (enfraquecimento de campo). Este simulador deixa você arrastar a frequência e ver tudo isso ao vivo: o eixo girando, a tensão, o torque, a corrente estimada e o derating térmico IC411 em baixa frequência. É um modelo didático: o dimensionamento do inversor e o laudo da instalação são projeto de engenharia, com ART.

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Simulador grátis · motor + inversor

Arraste a frequência e veja o eixo do motor acelerar

A tensão sobe com a frequência (V/f constante), o torque cai na zona de enfraquecimento de campo acima da frequência nominal e o derating térmico IC411 aparece sozinho em baixa frequência — toda a física do acionamento na bancada, sem cadastro.

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Frequência de saída30,0Hz

0 Hzf_n 60 Hzmáx 60 Hz
Frequência
30,0
Hz
Rotação
873
RPM
Tensão saída
190
V
Torque disp.
29,9
100% nominal
APROVADOMargem: 1,11× · T_disp 29,9 N·m / T_carga 26,9 N·m
⚠️ Torque insuficiente. A carga exige mais torque do que o disponível nesta frequência — o eixo gagueja. Aumente a frequência mínima, troque para IC416 ou reduza a carga.
🌡️ Derating IC411 ativo. Motor autoventilado abaixo de ~metade da frequência nominal: o próprio ventilador gira devagar e o resfriamento cai. Torque pleno reduzido por aquecimento. Ver derating IC411 abaixo →
🟠 Enfraquecimento de campo. Acima da frequência nominal a tensão trava em V_n e o torque disponível cai com 1/f — agora em 80% do nominal. Verifique se a carga aguenta.
⚙️ Acima de ~90 Hz. Verifique o limite mecânico do motor (rolamentos, balanceamento). Consulte o catálogo do fabricante.
ℹ️ Boost V/f ativo. Offset de tensão em baixa frequência — parâmetro de boost do inversor, a verificar no manual da sua versão de firmware.
Motor — define o ator

Inversor — define o controlador

Carga — define a resistência

⚙ Avançado (técnico)
Ver as fórmulas com os números
Histórico (salvo neste aparelho)

Simulação simplificada para fins didáticos, baseada nas normas IEC 60034-1 (velocidade síncrona) e IEC 60034-2-3 (faixa de enfraquecimento de campo). A corrente é sempre estimativa (modelo I ≈ raiz da potência). A curva de derating IC411 é estimativa conservadora, a verificar no catálogo do fabricante. Presets de motor são estimados — confirme na plaqueta. Não substitui medição em campo nem laudo de engenharia com ART.

Como o inversor comanda a velocidade do motor

Um motor de indução não tem um botão de velocidade. A rotação dele nasce da frequência da tensão que chega aos enrolamentos: é essa frequência que faz o campo magnético do estator girar, e o rotor corre atrás desse campo. O inversor de frequência existe justamente para mexer nessa variável. Ele pega a tensão da rede, com frequência fixa (no Brasil, 60 Hz), e a reconstrói com uma frequência que você escolhe — de poucos hertz até acima do valor nominal. Mudou a frequência, mudou a velocidade do campo girante, e o eixo acompanha.

A conta que descreve isso é a velocidade síncrona, a velocidade do campo girante: n_s = (120 × frequência) / número de polos. Num motor de quatro polos a 60 Hz, o campo gira a 1.800 rotações por minuto; a 30 Hz, a 900; a 15 Hz, a 450. A rotação real do eixo fica um pouco abaixo da síncrona, por causa do escorregamento — aquela diferença de alguns por cento que é a própria razão de o motor de indução produzir torque. No simulador, arraste a frequência e observe: a velocidade do eixo, o número de rotações no instrumento e a velocidade da animação sobem todos juntos, na proporção da frequência.

O detalhe que separa quem entende de quem decora é o que acontece com a tensão. Não basta subir a frequência e deixar a tensão como está: se a frequência sobe e a tensão fica parada, o fluxo magnético do motor desaba e o torque some. Por isso o inversor sobe a tensão junto com a frequência, mantendo a razão entre elas aproximadamente constante. É essa a ideia do controle V/f, e é a primeira curva que o simulador desenha para você.

V/f constante: a lei de controle escalar

O controle V/f constante, também chamado de escalar, é a forma mais simples e mais difundida de comandar um motor com inversor. A regra é direta: a tensão de saída sobe em linha reta com a frequência, de modo que a razão tensão/frequência fica fixa. Num motor de 380 V e 60 Hz, isso dá cerca de 6,3 volts por hertz; a 30 Hz a tensão de saída fica em torno de 190 V, exatamente a metade. Manter essa razão constante mantém o fluxo magnético do motor aproximadamente constante, e com ele o torque disponível fica aproximadamente constante em toda a faixa de zero até a frequência nominal.

No gráfico do simulador, a curva azul é a tensão. Na faixa de zero a 60 Hz ela sobe reta, como uma rampa: é a assinatura do V/f constante. A curva laranja é o torque disponível, e nessa mesma faixa ela fica praticamente plana — o motor entrega o mesmo torque a 20, 40 ou 55 Hz. Essa é a grande vantagem do acionamento por inversor para cargas que precisam de torque em qualquer velocidade, como uma esteira ou um agitador: você reduz a rotação sem perder força.

Há um ajuste fino importante em frequências muito baixas: o boost de tensão. Perto de zero hertz, a queda de tensão na resistência dos enrolamentos come uma parte grande da tensão entregue, e o torque de partida cai. O boost adiciona um pequeno reforço de tensão na base da rampa para compensar. No simulador, o boost fica no painel avançado; ao ativá-lo, a curva azul ganha um degrau na base. O valor exato do parâmetro de boost depende do modelo e do firmware do inversor e fica marcado como a verificar no manual — honestidade técnica, não chute.

A cadeia do acionamento

Da rede ao eixo — e as duas zonas que governam o torque

O inversor recebe a tensão da rede e a reconstrói com frequência e tensão variáveis; essa saída alimenta o motor, que move a carga pelo eixo. Até a frequência nominal vale o V/f constante, com torque cheio; acima dela começa o enfraquecimento de campo, com a tensão travada e o torque caindo. Quando o acionamento precisa ser dimensionado de verdade — corrente de catálogo do inversor, parametrização do CFW, proteção do motor e laudo da instalação com responsável técnico — a simulação didática dá lugar a um projeto de engenharia com ART. A Token Engenharia executa esse projeto em todo o Brasil.

A frequência manda na velocidade; a tensão e o torque se comportam diferente em cada uma das duas zonas.

Enfraquecimento de campo: o que muda acima da frequência nominal

O V/f constante funciona enquanto há tensão de sobra para subir. Mas a tensão de saída do inversor tem um teto: a tensão nominal do motor, limitada pela tensão da rede que alimenta o inversor. Quando a frequência chega à frequência nominal — 60 Hz no caso típico —, a tensão já está no máximo. Se você continuar subindo a frequência além disso, a tensão não acompanha mais: ela trava no valor nominal.

A partir daí a razão V/f passa a cair, porque a frequência sobe e a tensão fica parada. Com V/f caindo, o fluxo magnético do motor enfraquece — daí o nome enfraquecimento de campo. E como o torque depende do fluxo, o torque disponível cai. No modelo de campo o torque cai com 1/f: multiplicando o torque nominal pela razão entre a frequência nominal e a frequência de operação. A 75 Hz, por exemplo, o torque disponível fica em torno de 80% do nominal (60 dividido por 75); a 90 Hz, em torno de dois terços. A velocidade continua subindo, mas a força cai.

No simulador, essa região aparece sombreada em âmbar à direita da frequência nominal, no gráfico. A curva azul da tensão vira uma linha horizontal (travada), e a curva laranja do torque desce como uma hipérbole. O acoplamento do eixo na bancada muda para âmbar para sinalizar que você saiu da zona de torque cheio. É a hora de checar se a sua carga aguenta o torque reduzido naquela velocidade — e por isso o simulador acende um card de alerta avisando o percentual de torque disponível.

Há ainda um limite físico acima da elétrica: por volta de 90 Hz, entram em cena os limites mecânicos do motor — rolamentos, balanceamento, vibração. Girar um motor muito acima da velocidade nominal exige verificar o catálogo do fabricante antes de seguir em frente. O simulador mostra esse aviso assim que você passa dessa faixa.

Derating IC411 e IC416: por que o torque cai em baixa frequência

Um motor parece ter torque cheio em qualquer velocidade na zona V/f — mas há um detalhe térmico que muitos só descobrem quando o motor queima. A maioria dos motores industriais é autoventilada, código IC411: o ventilador que resfria o motor fica montado no próprio eixo. Quando o motor gira rápido, o ventilador joga bastante ar e o resfriamento é bom. Quando o inversor reduz a frequência e o motor gira devagar, o ventilador também gira devagar — e o resfriamento despenca, justamente quando o motor pode estar entregando torque cheio e dissipando calor.

O resultado é que, em baixa frequência com carga pesada, o motor IC411 não aguenta o torque nominal de forma contínua sem superaquecer. Para representar isso, aplica-se um fator de redução de torque — o derating. Abaixo de cerca de metade da frequência nominal, o torque contínuo seguro cai progressivamente. O simulador usa uma curva conservadora de campo: do breakpoint para baixo, o fator de torque diminui de forma linear até um piso. Esse valor exato de breakpoint e de piso varia por motor e fica marcado como a verificar no catálogo do fabricante (referência WEG 50029350) — o número não é cravado, é estimativa honesta.

A solução de engenharia para isso é a ventilação IC416: um ventilador externo, movido por um motor próprio independente, que sopra ar no motor com vazão constante qualquer que seja a rotação do eixo. Com IC416, o resfriamento deixa de depender da velocidade e o derating desaparece: o motor mantém torque cheio mesmo a 10 Hz. No simulador, troque de IC411 para IC416 com a carga pesada em baixa frequência e veja o semáforo saltar de reprovado para aprovado — é exatamente o valor que justifica investir num kit de ventilação forçada.

O semáforo de margem e os tipos de carga

De nada adianta o motor ter torque disponível se a carga exige mais do que ele entrega naquela velocidade. Por isso o simulador compara, em cada frequência, o torque disponível do motor com o torque da carga, e resume tudo num semáforo de margem — a razão entre os dois. Com margem confortável (acima de cerca de 1,1) o semáforo fica verde, aprovado; apertada, fica âmbar, atenção; abaixo de um, fica vermelho, reprovado, e o eixo da bancada começa a gaguejar, sinalizando que o motor não consegue tocar a carga.

O comportamento da carga muda muito conforme o tipo. Há duas grandes famílias:

  • Torque constante: esteiras, agitadores, extrusoras, guindastes. O torque exigido é aproximadamente o mesmo em qualquer velocidade. São as cargas mais críticas em baixa frequência, porque continuam pedindo torque cheio justamente onde o motor IC411 perde capacidade por derating.
  • Torque variável (T proporcional ao quadrado da rotação): bombas centrífugas e ventiladores. O torque exigido cai com o quadrado da velocidade — a baixa rotação, a carga pede muito pouco torque. São as cargas onde o inversor mais economiza energia, porque reduzir um pouco a rotação reduz bastante a potência. Em compensação, levar uma bomba ou um ventilador para acima da frequência nominal é perigoso: o torque exigido dispara com o quadrado da velocidade, enquanto o torque disponível cai — uma combinação que reprova rápido no simulador.

Troque o tipo de carga e o percentual de torque no simulador e observe a linha tracejada cinza no gráfico: ela é a curva de torque da carga. Quando ela cruza por cima da curva laranja do torque disponível, você está pedindo o impossível — e é aí que o semáforo reprova. Essa leitura visual antecipa, na bancada virtual, um problema que no campo só apareceria com o motor já instalado e gaguejando.

Como o simulador calcula cada número

Todos os números do simulador saem de equações fechadas de máquinas elétricas, as mesmas usadas no dimensionamento de acionamentos. Nada é inventado; onde há incerteza de modelo, o valor vem marcado como estimativa. As contas principais são estas:

Grandeza Fórmula Exemplo (7,5 cv, 4p, 380 V, 30 Hz)
Velocidade síncrona n_s = (120 × f) / polos (120 × 30) / 4 = 900 RPM
Rotação real n = n_s × (1 − s) 900 × (1 − 0,03) = 873 RPM
Tensão de saída (zona 1) V = (V_n / f_n) × f (380 / 60) × 30 = 190 V
Torque nominal T_n = 9550 × P_n[kW] / n_n 9550 × 5,52 / 1760 ≈ 29,9 N·m
Torque (zona 2) T = T_n × (f_n / f) a 75 Hz: 29,9 × (60/75) ≈ 23,9 N·m

Veja o exemplo de escola que o simulador já traz carregado: um motor de 7,5 cv (cerca de 5,5 kW), 4 polos, 380 V, rodando a 30 Hz com uma carga de torque constante a 90% do nominal. A velocidade síncrona dá 900 RPM; descontando 3% de escorregamento, a rotação real fica em 873 RPM. A tensão de saída fica em 190 V, metade da nominal — é o V/f constante em ação. O torque nominal é de cerca de 29,9 N·m, e a 30 Hz (exatamente no breakpoint do derating IC411) o motor ainda entrega torque cheio, contra uma carga de cerca de 26,9 N·m. A margem dá 1,11, e o semáforo fica verde. Baixe a frequência para 15 Hz, mantendo a mesma carga, e veja o derating IC411 derrubar o torque disponível e o semáforo virar vermelho — a prova visual de por que baixa frequência com carga pesada é o calcanhar de aquiles do motor autoventilado.

A corrente é o único número que o simulador exibe sempre como estimativa. A corrente real depende do fator de potência, do rendimento e do modo de controle, que variam ao longo da faixa — informação que só a medição em campo e a plaqueta entregam com precisão. O modelo do simulador faz a corrente crescer com a raiz da potência, o suficiente para mostrar a tendência certa (sobe ao carregar, satura na zona de enfraquecimento), mas nunca como valor de projeto. Por isso o amperímetro sempre traz o sinal de aproximado.

O que este simulador não faz (e o que faz o projeto de acionamento)

Ser honesto sobre o escopo é parte de uma boa ferramenta de engenharia. Este simulador é um modelo didático de acionamento V/f de um motor de indução, ótimo para ver o efeito de cada ajuste e treinar a leitura das curvas. Mas ele deliberadamente não trata:

  • o dimensionamento do inversor pela corrente de catálogo, com as correntes de serviço normal e pesado (ND/HD) e a escolha do frame;
  • o controle vetorial em detalhe (Sensorless e VVW), cuja lei de controle é mais sofisticada que o V/f escalar exibido;
  • os transitórios de partida, parada e trip — o simulador mostra regime, não a rampa no tempo;
  • a proteção do motor (relé térmico, sobrecarga, falta de fase) e a coordenação com o disjuntor;
  • os parâmetros internos exatos do inversor, que dependem do modelo e do firmware e ficam sempre marcados como a verificar no manual.

A decisão de qual inversor, qual parametrização e qual proteção são adequados para uma instalação específica é projeto de engenharia. Ela exige o levantamento da carga real, a corrente de catálogo, o estudo de partida, a proteção do motor e do cabo, e uma memória de cálculo consolidada num laudo com responsável técnico e ART. A Token Engenharia executa o dimensionamento e a parametrização de acionamentos, com o laudo da instalação industrial assinado, em todo o Brasil.

Perguntas frequentes

Como o inversor de frequência controla a velocidade de um motor de indução?

O inversor varia a frequência da tensão que alimenta o motor, e a velocidade acompanha a frequência. A velocidade síncrona é n_s = (120 × f) / polos, então dobrar a frequência tende a dobrar a rotação. Para o torque continuar disponível, o inversor sobe a tensão junto com a frequência, mantendo a relação V/f aproximadamente constante até a frequência nominal. No simulador, ao arrastar a frequência o eixo acelera na hora e a tensão sobe na mesma proporção.

O que é o controle V/f constante (escalar)?

É a lei de controle mais simples do inversor: a tensão de saída sobe proporcionalmente à frequência, mantendo a razão tensão/frequência fixa. Isso mantém o fluxo magnético aproximadamente constante e, com ele, o torque disponível fica aproximadamente constante de zero até a frequência nominal. No gráfico, a curva azul de tensão sobe em linha reta na zona 1 — a assinatura do V/f constante.

O que é a zona de enfraquecimento de campo?

Acima da frequência nominal a tensão já está no máximo e trava; como a frequência continua subindo, a razão V/f cai, o fluxo enfraquece e o torque disponível cai com 1/f (frequência nominal dividida pela frequência de operação). A velocidade continua subindo, mas o torque diminui. No simulador, essa região aparece sombreada em âmbar à direita da frequência nominal.

O que é derating IC411 e por que o torque cai em baixa frequência?

IC411 é o motor autoventilado, com o ventilador no próprio eixo. Em baixa frequência o eixo gira devagar, o ventilador também, e o resfriamento cai, exigindo reduzir o torque contínuo seguro — o derating. O simulador usa uma curva conservadora a verificar no catálogo do fabricante. Trocar para IC416 (ventilação forçada externa) elimina o derating, porque o resfriamento deixa de depender da rotação.

Como estimar a rotação e o torque do motor na frequência desejada?

Para a rotação: calcule n_s = (120 × f) / polos e desconte o escorregamento (2 a 4%). Para o torque nominal: T_n = 9550 × potência em kW / rotação nominal. Até a frequência nominal o torque fica perto do nominal (descontado o derating em baixa frequência); acima dela, multiplique T_n por (frequência nominal / frequência). O simulador faz essas contas ao vivo e mostra a memória de cálculo.

Por que a corrente exibida é sempre uma estimativa?

A corrente real depende do fator de potência, do rendimento, do modo de controle e do ponto de carga, que variam ao longo da faixa. O simulador usa um modelo em que a corrente cresce com a raiz da potência — útil para a tendência, não para o valor de projeto. Por isso a corrente aparece sempre com o sinal de aproximado. O valor de projeto vem da medição em campo e da plaqueta.

Este simulador substitui o dimensionamento do inversor e o laudo de instalação?

Não. É um modelo didático de acionamento V/f para ver o efeito de cada ajuste. Não dimensiona o inversor pela corrente de catálogo, não trata controle vetorial em detalhe, não cobre transitórios, e os presets e a curva de derating são estimativas a confirmar. O dimensionamento, a parametrização do inversor e o laudo da instalação com ART são projeto de engenharia. A Token Engenharia executa esse projeto em todo o Brasil.

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Do simulador ao projeto de acionamento, com ART

A ferramenta mostra o efeito de cada ajuste; a Token Engenharia entrega o projeto completo de acionamento — dimensionamento do inversor, parametrização do CFW, proteção do motor e laudo da instalação industrial com responsável técnico e ART em todo o Brasil.

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