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AUTOMAÇÃO & MECÂNICA · TOKEN ENGENHARIA
Editor de circuito pneumático ISO 1219 — monte, ligue as portas e simule o ciclo
Vai estudar, rascunhar ou conferir um circuito pneumático? Clique os componentes na paleta, ligue as portas e simule o ciclo animado: válvulas comutando, cilindros avançando e recuando, pressão acendendo e exaustão soprando — na tela, sem cadastro, com a simbologia ISO 1219.
Simbologia ISO 1219Simulação animada do cicloValida curto pneumáticoExporta SVG / PDFCenários prontos · sem cadastroAtendimento nacional
Resposta rápida
Um circuito pneumático usa ar comprimido para mover atuadores: o ar nasce no compressor, é tratado na unidade FRL e chega à porta P de uma válvula direcional (3/2 ou 5/2), que decide por onde o ar segue. A válvula manda o ar para uma porta de trabalho do cilindro (avanço) enquanto liga a câmara oposta à exaustão (recuo). Tudo isso se desenha com a simbologia ISO 1219: caixas com setas para as válvulas, retângulo com êmbolo para o cilindro, triângulos para fonte e escape. Este editor deixa você montar esse circuito clicando, ligar as portas e ver o ciclo animado — um modelo didático; o projeto e o laudo com ART são engenharia.
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Editor grátis · circuito pneumático ISO 1219
Monte o circuito, ligue as portas e simule o ciclo
Clique os componentes na paleta, posicione na tela, ligue as portas com a ferramenta de fio e clique em Simular: as válvulas comutam, o cilindro avança e recua, a linha de pressão acende e a exaustão sopra. Carregue um cenário pronto (A+/A−, bimanual) ou desenhe do zero — tudo no navegador, sem cadastro.
Em telas pequenas, gire o celular na horizontal para a bancada caber melhor.
Simulação lógica — não substitui dimensionamento de engenharia.
pressãoexaustãosinal elétrico
Selecione um componente no canvas para ver e editar suas propriedades — ou clique num item da paleta e depois no canvas para inseri-lo.
Estado do cilindro
RECUADO
Força de avanço ≈
0,0 kN
Componentes
0
Erros de circuito
0
Ferramenta educacional de apoio técnico. A simulação é lógica/topológica — segue o caminho do ar e a lógica das válvulas, mas não calcula dinâmica de fluidos, vazão transiente nem queda de pressão, e não substitui projeto, dimensionamento ou laudo de engenharia com ART. Simbologia conforme o padrão ISO 1219. Valores de força indicativos, de ordem de grandeza.
Como ler um circuito pneumático
Um diagrama pneumático não desenha as peças como elas parecem; ele desenha o que cada peça faz com o ar. Essa é a chave que destrava a leitura. Em vez de um cilindro fotográfico, você vê um retângulo com um êmbolo e uma haste; em vez de uma válvula real, vê uma ou mais caixas com setas indicando por onde o ar passa em cada estado. Quem aprende a ler esses símbolos consegue entender uma máquina inteira olhando uma folha — e é exatamente isso que a simbologia ISO 1219 padroniza.
A leitura começa sempre pela fonte. O ar comprimido nasce no compressor, desenhado como um círculo com um triângulo apontando para fora — o triângulo é o símbolo universal de fluxo saindo. Da fonte, o ar segue para a unidade FRL, três retângulos encadeados que representam o filtro, o regulador e o lubrificador. É aqui que o ar é limpo e a pressão é ajustada antes de entrar no circuito de verdade. A linha que sai do FRL é a linha de pressão, e ela vai alimentar a porta P de cada válvula.
O coração da leitura está nas válvulas direcionais. Cada caixa de uma válvula representa uma posição — um estado interno — e as setas dentro da caixa mostram quais portas estão conectadas naquele estado. Quando a válvula comuta, é como se a caixa deslizasse para colocar outro conjunto de setas na frente das mesmas portas. Por isso você vê válvulas com duas ou três caixas lado a lado: cada uma é um cenário possível de caminho do ar. No editor, ao simular, a caixa ativa fica destacada e a linha pressurizada acende, deixando óbvio qual posição está valendo.
Por fim, o ar chega ao atuador — quase sempre um cilindro — e o move. Mas há um detalhe que muita gente esquece: para o cilindro avançar, a câmara da frente precisa receber ar e a câmara de trás precisa estar aberta para a exaustão, senão o ar preso atrás trava o movimento. Ler um circuito é, no fundo, seguir esses dois caminhos ao mesmo tempo: por onde o ar entra e por onde ele sai.
Cilindro de simples e de dupla ação
O atuador mais comum num circuito pneumático é o cilindro, e a primeira escolha de projeto é entre simples ação e dupla ação. A diferença está em quantos movimentos o ar comprimido faz.
No cilindro de simples ação, o ar entra por uma única porta e empurra o êmbolo num só sentido — normalmente o avanço. O retorno é feito por uma mola interna: quando o ar é cortado, a mola empurra o êmbolo de volta sozinha. É um arranjo simples e econômico, ideal para movimentos curtos e repetitivos, como prender uma peça, ejetar um produto ou acionar um carimbo. Como ele só tem uma porta de trabalho, basta uma válvula 3/2 para comandá-lo. No editor, o cilindro de simples ação aparece com a mola de retorno desenhada à direita do êmbolo, e ela comprime visualmente quando a haste avança.
No cilindro de dupla ação, o ar faz o trabalho nos dois sentidos: entra por uma porta (A) para avançar e por outra porta (B) para recuar. Não há mola; a força e a velocidade são controladas pelo ar em ambos os movimentos, o que dá muito mais controle e permite cursos longos com força no retorno. Por ter duas portas de trabalho, ele exige uma válvula 5/2 (ou duas 3/2), que alimenta uma câmara enquanto exausta a outra. É o cilindro padrão da automação industrial. No editor, o de dupla ação mostra as duas câmaras, e, ao simular, a câmara pressurizada fica destacada em azul enquanto a haste anda.
A força que qualquer cilindro entrega vem da pressão multiplicada pela área útil do êmbolo. No avanço, usa-se o círculo cheio do êmbolo; no recuo de um cilindro de dupla ação, desconta-se a seção ocupada pela haste, porque ela tira área da câmara de trás. Daí as duas fórmulas que o editor calcula e exibe no painel de propriedades de cada cilindro, sempre marcadas como valores indicativos.
O coração do circuito
Válvula 5/2: vias e posições, lado a lado
A válvula 5/2 tem cinco vias (portas P, A, B, R, S) e duas posições. Na posição A, o ar vai de P para A enquanto B exausta por S; na posição B, o ar vai de P para B enquanto A exausta por R. Os solenoides Y1 e Y2 comutam entre as duas. É essa válvula que comanda um cilindro de dupla ação e fecha o ciclo A+/A−. Quando o circuito precisa ser dimensionado de verdade — vazão da válvula, força do cilindro, segurança conforme a NR-12 e laudo com responsável técnico —, a simulação didática dá lugar a um projeto de engenharia com ART. A Token Engenharia executa esse projeto em todo o Brasil.
Cada caixa é uma posição; as setas mostram o caminho do ar. Comutou a válvula, mudou o caminho.
Vias e posições: o que os números da válvula dizem
A nomenclatura das válvulas direcionais assusta no começo, mas é simples quando você sabe o que cada número significa. Toda válvula é descrita por dois números separados por uma barra: o primeiro é o número de vias e o segundo é o número de posições.
As vias são as portas por onde o ar pode passar — a contagem inclui a alimentação, as saídas de trabalho e as saídas de exaustão. As posições são os estados internos que a válvula pode assumir, ou seja, quantas configurações diferentes de caminho de ar ela oferece. Uma válvula com duas posições tem duas caixas no símbolo; uma com três posições tem três caixas.
- Válvula 3/2: três vias (P de alimentação, A de trabalho, R de exaustão) e duas posições. É a válvula natural para comandar um cilindro de simples ação: numa posição, o ar vai de P para A e o cilindro avança; na outra, A é ligada a R e o ar do cilindro escapa, deixando a mola recuar. Pode ser normalmente fechada (NF), em que no repouso a porta A está em exaustão, ou normalmente aberta (NA).
- Válvula 5/2: cinco vias (P, mais duas de trabalho A e B, mais duas de exaustão R e S) e duas posições. É a válvula para o cilindro de dupla ação, porque precisa alimentar uma câmara enquanto exausta a outra. Pode ser monoestável (um solenoide e uma mola, volta sozinha ao repouso) ou biestável (dois solenoides, fica na última posição comandada — é a memória do circuito).
O tipo de acionamento completa a descrição da válvula: pode ser manual (botoeira, alavanca), mecânico (rolete, came), pneumático (pilotagem por ar) ou elétrico (solenoide). No editor, ao trocar a posição de uma válvula durante a simulação, você vê na prática como a mudança de posição redireciona o ar — e é exatamente essa leitura que separa quem entende de quem decora.
Comando direto e comando indireto
Depois de escolher as válvulas e o cilindro, vem a decisão de como acionar o movimento. Há duas estratégias, e a diferença entre elas explica por que circuitos reais quase sempre têm mais de uma válvula.
No comando direto, o elemento de acionamento — uma botoeira, por exemplo — deixa passar todo o ar de trabalho que vai ao cilindro. É o arranjo mais simples: aperta o botão, o ar passa, o cilindro anda. Funciona bem para cilindros pequenos e movimentos pontuais, mas tem um limite claro: quando a vazão de ar necessária é grande, o elemento de acionamento teria de ser enorme, e o operador precisaria de muita força ou um sinal muito potente.
No comando indireto, o elemento de acionamento gera apenas um sinal, fraco e fácil de produzir, que pilota uma válvula maior. É essa válvula de potência que realmente alimenta o cilindro com toda a vazão necessária. Assim, um sinal pequeno comanda um movimento grande — é o mesmo princípio de um relé na elétrica. O comando indireto é a base de quase toda a automação pneumática, porque permite usar sensores, temporizadores e lógica para gerar os sinais sem que eles precisem carregar a potência do movimento.
O ciclo A+/A−, o circuito mais ensinado no Brasil, é o exemplo clássico de comando indireto: um sensor de fim de curso (o reed) detecta a haste e gera um sinal elétrico que comuta a válvula 5/2 biestável; ela, com toda a sua vazão, faz o cilindro avançar ou recuar. No editor, esse circuito vem pronto no menu de cenários — carregue e clique em Simular para ver o sinal sair do reed, comutar a válvula e mover o cilindro, ciclo após ciclo.
A unidade FRL e o tratamento do ar
Um detalhe que separa um circuito que dura de um que falha cedo é o tratamento do ar. O ar que sai do compressor carrega umidade, partículas e, às vezes, restos de óleo do próprio compressor. Esse ar sujo, mandado direto para as válvulas e cilindros, corrói vedações, trava carretéis e reduz drasticamente a vida útil dos componentes. A solução é a unidade FRL, instalada logo na entrada do circuito.
A sigla reúne os três elementos, na ordem em que o ar os atravessa:
- Filtro (F): retira água condensada e partículas sólidas do ar, com um copo coletor na parte de baixo que precisa ser drenado periodicamente.
- Regulador (R): ajusta e estabiliza a pressão de trabalho num valor definido, independentemente das variações da rede. É o regulador que garante que o cilindro receba sempre a mesma pressão, e por isso a força fique previsível.
- Lubrificador (L): quando usado, adiciona uma névoa fina de óleo ao ar para lubrificar componentes que pedem isso. Muitos componentes modernos são pré-lubrificados de fábrica e dispensam o lubrificador — misturar os dois pode até ser prejudicial, então a presença do L depende do projeto.
No símbolo ISO 1219, a unidade FRL aparece como retângulos encadeados, e no editor ela repassa a pressão da fonte para o circuito. É no FRL que se define a pressão regulada que vai valer dali para frente — o número que você usa nas contas de força do cilindro.
As fórmulas de força do cilindro
A pergunta prática mais comum diante de um cilindro é: quanta força ele faz? A resposta vem de uma conta direta — força é pressão vezes área — e o editor a calcula ao vivo para cada cilindro que você seleciona. Há duas fórmulas, uma para cada sentido:
| Grandeza | Fórmula | Exemplo (D = 63 mm, d = 20 mm, P = 6 bar) |
|---|---|---|
| Força de avanço | F+ = (π/4) × D² × P | (π/4) × 0,063² × 600.000 ≈ 1,87 kN |
| Força de recuo | F− = (π/4) × (D² − d²) × P | (π/4) × (0,063² − 0,020²) × 600.000 ≈ 1,68 kN |
| Área do êmbolo | A = (π/4) × D² | (π/4) × 0,063² ≈ 0,00312 m² |
| Conversão de pressão | 1 bar = 100.000 Pa | 6 bar = 600.000 Pa |
| Conversão de diâmetro | D[m] = D[mm] / 1000 | 63 mm = 0,063 m |
No avanço, o ar empurra a face cheia do êmbolo, então usa-se o diâmetro D inteiro — a área é o círculo completo. No recuo de um cilindro de dupla ação, a haste atravessa a câmara de trás e ocupa parte dela; por isso desconta-se a seção da haste, de diâmetro d, da área útil. É por isso que, no mesmo cilindro e na mesma pressão, a força de recuo é sempre um pouco menor que a de avanço. Quanto mais grossa a haste, maior a diferença.
Esses valores são indicativos, de ordem de grandeza. A força real que chega à carga é menor, porque há atrito das vedações, contrapressão da câmara oposta que ainda está exaustando, regulagem de vazão e perdas de carga na tubulação — fatores que uma simulação lógica não calcula. Para o valor de projeto, entram o catálogo do fabricante, a eficiência do cilindro e uma margem de segurança. O editor é honesto nesse ponto: ele mostra a tendência e a ordem de grandeza, nunca o número de engenharia.
Validação: o curto pneumático e os erros que o editor pega
Montar um circuito que parece certo mas não funciona é o erro mais comum de quem está aprendendo. Por isso o editor roda uma validação antes de simular e acende um semáforo: verde quando está tudo certo, âmbar para avisos e vermelho para erros que impedem a simulação. Os principais que ele detecta:
- Curto pneumático: as duas câmaras de um cilindro de dupla ação pressurizadas ao mesmo tempo. O ar empurra dos dois lados, o êmbolo trava e nada se move — um erro clássico de cabeamento que o editor sinaliza em vermelho na porta afetada.
- Porta P sem pressão: uma válvula cuja alimentação não está ligada à fonte. Sem ar em P, a válvula não tem o que distribuir.
- Fonte ausente: nenhum compressor no circuito — não há de onde o ar vir.
- Exaustão sem escape: uma válvula cuja porta de exaustão não chega a um escape para o ambiente. O ar da câmara que deveria esvaziar fica preso e o movimento engasga (aviso).
- Sinal de reed sem destino: um sensor de fim de curso que não está ligado a nenhum solenoide — o ciclo não fecha, porque o sinal não comanda nada (aviso).
- Pressão de pilotagem baixa: a pressão de alimentação abaixo do mínimo típico para a válvula comutar com segurança (aviso indicativo, a verificar por catálogo).
Carregue o cenário Curto pneumático (falha) no menu para ver a validação em ação: o editor recusa a simulação, destaca a porta com problema e explica o erro. É a mesma verificação que pouparia horas no chão de fábrica.
O que este editor não faz (e o que faz o projeto de automação)
Ser honesto sobre o escopo é parte de uma boa ferramenta de engenharia. Este editor é um modelo didático e de rascunho de circuitos pneumáticos, ótimo para aprender a simbologia ISO 1219, treinar a leitura de diagramas e esboçar uma ideia antes de montar. Mas ele deliberadamente não trata:
- a dinâmica de fluidos real — vazão transiente, queda de pressão ao longo da tubulação, tempo de enchimento das câmaras; a simulação é lógica e topológica;
- o dimensionamento da válvula pela vazão (coeficiente de vazão) nem do compressor pelo consumo de ar do ciclo;
- a lógica de segurança conforme a NR-12 — comando bimanual com monitoramento, parada de emergência, categoria de segurança;
- os transitórios de partida e parada e o comportamento sob falha de pressão;
- a seleção de componentes reais de catálogo, com pressão mínima de pilotagem e materiais compatíveis com o fluido e o ambiente.
A decisão de quais válvulas, quais cilindros e qual lógica de segurança são adequados para uma máquina específica é projeto de engenharia. Ela exige o levantamento da aplicação, o dimensionamento por vazão e força, a lógica conforme a NR-12 e uma memória de cálculo consolidada num laudo com responsável técnico e ART. A Token Engenharia executa a automação pneumática e elétrica, a montagem industrial e a montagem eletromecânica, com o laudo da instalação assinado, em todo o Brasil.
Perguntas frequentes
O que é a simbologia ISO 1219 e por que ela importa num circuito pneumático?
ISO 1219 é o conjunto de símbolos gráficos usado para desenhar circuitos pneumáticos e hidráulicos. Em vez de desenhar o objeto, você desenha o que ele faz: caixas com setas indicam por onde o ar passa em cada posição, triângulos indicam fonte e escape, linhas indicam as conexões. Como o padrão é o mesmo para todos, qualquer técnico lê o mesmo diagrama da mesma forma. Este editor desenha os componentes nessa simbologia e deixa você montar e simular o ciclo ao vivo.
Qual a diferença entre um cilindro de simples ação e um de dupla ação?
No simples ação, o ar entra por uma única porta e empurra o êmbolo para um lado; o retorno é por mola quando o ar é cortado. No dupla ação, o ar entra por uma porta para avançar e por outra para recuar (A e B), com força controlada nos dois sentidos. No editor, o simples mostra a mola de retorno e o dupla ação mostra as duas câmaras; ao simular, a haste anda conforme a câmara pressurizada.
O que significam os números de uma válvula 3/2 ou 5/2?
O primeiro número é o número de vias (portas) e o segundo é o número de posições (estados). A 3/2 tem 3 vias e 2 posições e comanda um cilindro de simples ação. A 5/2 tem 5 vias e 2 posições e comanda um cilindro de dupla ação, porque alimenta uma câmara enquanto exausta a outra. No editor, a 5/2 mostra as portas P, A, B, R e S, e ao comutar o caminho de pressão acompanha.
O que é comando direto e comando indireto de um cilindro?
No comando direto, o próprio acionamento deixa passar todo o ar de trabalho — simples, mas limitado a vazões pequenas. No comando indireto, o sinal apenas pilota uma válvula maior, que alimenta o cilindro; um sinal fraco comanda uma vazão grande. O ciclo A+/A− com válvula 5/2 biestável é o clássico de comando indireto, e vem pronto no menu de cenários do editor.
Para que serve a unidade FRL num circuito pneumático?
FRL é filtro, regulador e lubrificador — o tratamento do ar antes de ele entrar no circuito. O filtro retira água e partículas, o regulador ajusta e estabiliza a pressão, o lubrificador (quando usado) adiciona névoa de óleo. Ar mal tratado é a causa número um de falha prematura. No editor, o FRL repassa a pressão da fonte e é onde se ajusta a pressão regulada.
Como leio o sentido do ar num diagrama pneumático?
O ar nasce na fonte (compressor), é tratado no FRL e segue pela linha de pressão até a porta P da válvula. Conforme a posição da válvula, o ar vai a uma porta de trabalho (A ou B) do cilindro; ao mesmo tempo, a câmara oposta é ligada à exaustão (R ou S), por onde o ar escapa. Na simulação deste editor, a linha pressurizada fica azul, a de exaustão fica laranja e setas indicam o sentido do fluxo.
Este editor substitui o projeto e o dimensionamento de um circuito pneumático?
Não. É uma ferramenta didática e de rascunho: a simulação é lógica e topológica, não calcula dinâmica de fluidos, vazão transiente nem queda de pressão, e as forças são indicativas. O dimensionamento de válvulas, cilindros e compressor, a lógica de segurança conforme a NR-12 e o laudo da instalação com ART são trabalho de engenharia. A Token Engenharia executa a automação, a montagem industrial e eletromecânica e o laudo em todo o Brasil.
Token Engenharia · Atuação nacional
Do editor ao projeto de automação, com ART
A ferramenta mostra como o circuito se comporta; a Token Engenharia entrega o projeto completo — dimensionamento de válvulas e cilindros, lógica de comando e segurança conforme a NR-12, montagem industrial e eletromecânica e laudo da instalação com responsável técnico e ART em todo o Brasil.