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AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL · TOKEN ENGENHARIA
Simulador de eletropneumática — Ladder, válvula solenoide e cilindro ao vivo
Vai estudar comando eletropneumático, treinar uma sequência A+ A- ou entender como o solenoide aciona o cilindro? Monte o programa Ladder, dê START e veja a bobina do solenoide energizar, a válvula direcional deslocar e o êmbolo avançar — os dois circuitos, elétrico de comando e pneumático de potência, animados ao mesmo tempo, sem cadastro.
Ladder IEC 61131-3Válvula 5/2 · 3/2Fim-de-curso S_A0 / S_A16 cenários · sem cadastroResponsável técnico CREA-RJAtendimento nacional
Resposta rápida
O comando eletropneumático une dois circuitos: um elétrico de comando, de baixa potência, e um pneumático de potência, que move a carga. Um sinal elétrico (24 Vcc) energiza a bobina de um solenoide; o solenoide desloca uma válvula direcional (5/2 ou 3/2); a válvula direciona o ar comprimido e o êmbolo do cilindro avança ou recua; os fins-de-curso S_A0 e S_A1 confirmam a posição de volta no Ladder. Este simulador deixa você montar o Ladder e ver tudo isso ao vivo: a bobina acendendo, a válvula deslocando e o êmbolo se movendo nos dois planos. É um modelo didático: o projeto de comando, os intertravamentos de segurança e o laudo da instalação são engenharia, com ART.
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Simulador grátis · eletropneumática
Monte o Ladder, dê START e veja o solenoide mover o cilindro
O sinal elétrico de comando energiza a bobina do solenoide; a bobina desloca a válvula direcional; a válvula direciona o ar e o êmbolo avança ou recua — os dois circuitos animados ao mesmo tempo, com 6 cenários prontos e sem cadastro.
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Cilindro A
RECUADO
Solenoide YV1A
DESLIGADO
Cilindro B
RECUADO
Conflito
OK
Programa Ladder + controles
Cena animada — comando + potência
Painel I/O
Entradas
Saídas
Memórias / timers
Log de eventos (timeline)
Modelo didático comportamental, de uso orientativo. Não emula latência real de válvula, vazão, pressão ou força de êmbolo, nem constitui projeto de segurança de máquinas. A pressão de 6 bar é ilustrativa — use manômetro real. Símbolos baseados na ISO 1219-1 (simbologia) de forma simplificada e Ladder conforme a IEC 61131-3 — edições a verificar. Não substitui a bancada real, o projeto de engenharia nem o laudo com ART.
Como funciona o comando eletropneumático
A eletropneumática é o casamento de duas linguagens. De um lado, a eletricidade de comando: botoeiras, contatos, relés e a saída de um CLP, tudo em baixa tensão e baixa corrente, decidindo o que deve acontecer. Do outro, a pneumática de potência: ar comprimido, válvulas e cilindros, que efetivamente movem a máquina. A peça que liga os dois mundos é a válvula solenoide: um eletroímã que, ao receber o sinal elétrico, desloca mecanicamente a válvula que direciona o ar. É por isso que se chama eletro-pneumática — o elétrico comanda, o pneumático executa.
A sequência de eventos é sempre a mesma cadeia. Primeiro, um sinal elétrico de comando, tipicamente 24 Vcc, chega à bobina do solenoide e a energiza. A bobina, agora magnetizada, puxa o núcleo e desloca a válvula direcional para a outra posição. A válvula, deslocada, muda o caminho do ar comprimido: pressuriza uma câmara do cilindro e abre o escape da outra. Com uma câmara pressurizada e a outra em escape, o êmbolo se move — avança ou recua, conforme a montagem. Por fim, ao chegar ao fim do percurso, um sensor de fim-de-curso avisa o comando que o movimento terminou. Esse aviso fecha de volta no programa e permite decidir o próximo passo.
No simulador, essa cadeia inteira fica visível de uma vez. Dê START e observe: na faixa superior, o fio do solenoide fica verde e a bobina pisca âmbar com o rótulo “24V”; na faixa inferior, o símbolo da válvula desliza para a posição ativada e o êmbolo do cilindro começa a avançar, com a câmara pressurizada pintada de azul. Os dois planos se movem juntos. É exatamente a sincronia que os manuais imprimem em páginas separadas — aqui ela acontece na mesma tela, ao vivo.
A válvula direcional: 3/2 e 5/2, simples e dupla solenoide
A válvula direcional é o coração do circuito pneumático. Ela é identificada por dois números: o primeiro é o de vias (os orifícios de conexão), e o segundo é o de posições (os estados estáveis da válvula). A 3/2 tem três vias — pressão, utilização e escape — e duas posições. É a válvula do cilindro de simples efeito: quando o solenoide energiza, a pressão avança o êmbolo; quando o sinal cai, a mola do próprio cilindro o devolve. A 5/2 tem cinco vias e duas posições, e é a válvula clássica do cilindro de duplo efeito, porque consegue pressurizar uma câmara enquanto abre o escape da outra — ela comanda avanço e recuo de forma independente, sem depender de mola no cilindro.
Tão importante quanto o número de vias é como a válvula volta à posição de repouso. Na válvula monoestável, ou de simples solenoide, um único solenoide a desloca e uma mola a devolve automaticamente quando o sinal cai. É a opção mais segura para a maioria das aplicações: em falta de energia ou em emergência, a válvula retorna sozinha para uma posição conhecida, levando o cilindro a uma posição definida. Na válvula biestável, ou de dupla solenoide, há dois solenoides: um desloca a válvula num sentido, o outro no sentido contrário, e a válvula tem memória mecânica — fica na última posição mesmo sem sinal. Isso é útil para manter uma posição sem consumir energia, mas exige cuidado: em falta de energia, a válvula não retorna sozinha, e a posição de falha depende do projeto.
Há uma armadilha clássica na válvula biestável: energizar os dois solenoides ao mesmo tempo. Como um empurra a válvula para cada lado, o resultado é indeterminado — a válvula pode não se mover, e, na prática, as bobinas podem aquecer e queimar. O simulador reproduz esse conflito no cenário 4: ao acionar YV1A e YV1B juntos, ele detecta os dois solenoides ativos, exibe o alerta “⚡ CONFLITO” e não move o êmbolo. A solução de projeto é o intertravamento: usar um contato NF de cada solenoide na linha do outro, garantindo eletricamente que nunca os dois liguem juntos.
Os dois planos, juntos
O que o simulador anima ao mesmo tempo
À esquerda, o circuito elétrico de comando: as botoeiras e o contato de selo energizam a bobina do solenoide. À direita, o circuito pneumático de potência: compressor, unidade de tratamento de ar (FRL), válvula direcional 5/2 e cilindro de duplo efeito. Quando o projeto precisa virar realidade — comando elétrico dimensionado, intertravamentos de segurança conforme a NR-12, pneumática especificada e laudo da instalação industrial com responsável técnico e ART — a simulação didática dá lugar a um projeto de engenharia. A Token Engenharia executa esse projeto em todo o Brasil.
O sinal elétrico de comando (verde) energiza a bobina; a válvula desloca; a câmara pressurizada (azul) empurra o êmbolo.
Sensores de fim de curso, relé e contato de selo
Um circuito eletropneumático automático precisa saber onde o êmbolo está. Quem fornece essa informação são os sensores de fim-de-curso: dispositivos montados no cilindro que comutam quando o êmbolo chega ao fim do percurso. Por convenção, S_A0 indica o cilindro A totalmente recuado e S_A1 indica o cilindro A totalmente avançado. Esses sinais entram no comando como contatos e permitem encadear movimentos: só se manda avançar o segundo cilindro depois que o primeiro confirmou, por seu fim-de-curso, que chegou ao fim. Sem fim-de-curso, o comando estaria cego, contando apenas com o tempo — o que é frágil e perigoso.
No simulador, os fins-de-curso são gerados pela posição calculada do êmbolo: S_A1 acende quando o êmbolo passa de 99% do curso, e S_A0 quando volta a 1%. No instante exato da chegada, o sensor ganha um halo verde e o seu bit fica em 1, fechando de volta na lógica do Ladder. Os dois nunca ficam ativos ao mesmo tempo, porque o êmbolo não pode estar nas duas extremidades de uma vez. Isso reproduz fielmente o comportamento de campo, sem precisar modelar pressão, atrito ou força — é a posição que importa para a lógica.
O outro tijolo fundamental do comando é o contato de selo, herdado do comando elétrico clássico com contator. O problema que ele resolve é simples: uma botoeira de partida dá apenas um pulso, e quando o operador solta o botão, o sinal some. Para manter a saída ligada, coloca-se um contato auxiliar da própria saída (ou de um relé auxiliar) em paralelo com a botoeira de partida. Quando a saída liga, esse contato fecha e “sela” o circuito ligado, mesmo sem o botão. Para desligar, usa-se uma botoeira de parada em série, normalmente fechada, que abre o circuito. No cenário 1 do simulador, é exatamente o contato Q0.0 em paralelo com S1 que mantém o solenoide YV1A energizado depois que você solta o START — o selo em ação, num circuito pneumático.
O mini-Ladder que aciona o cilindro
O programa que comanda tudo está escrito em Ladder, a linguagem de diagrama de relés padronizada pela norma IEC 61131-3 para CLPs. O Ladder se lê como um conjunto de linhas horizontais, chamadas rungs, entre duas barras verticais de energia. Cada rung liga uma sequência de contatos (as condições) a uma bobina (a ação). Quando a combinação de contatos conduz da barra esquerda até a bobina, a bobina energiza. Um contato NA (normalmente aberto) conduz quando seu bit é 1; um contato NF (normalmente fechado) conduz quando seu bit é 0. Contatos em série representam um E lógico; em paralelo, um OU.
No simulador, cada bobina aciona uma saída do CLP, e as saídas são os solenoides: Q0.0 é o solenoide de avanço do cilindro A (YV1A), Q0.1 o de recuo (YV1B), Q0.2 e Q0.3 os do cilindro B, e ainda há lâmpadas de sinalização. O motor do simulador é um scan engine que repete o mesmo ciclo de um CLP real, a cada intervalo de varredura: lê as entradas (botoeiras e fins-de-curso), executa os rungs de cima para baixo e da esquerda para a direita, e escreve as saídas (os solenoides). Esse ciclo de varredura é a alma de qualquer CLP; aqui ele está exposto, com o número do scan aparecendo na barra de status.
Para enriquecer a lógica, o simulador traz os dois blocos temporais mais usados. O TON (temporizador na energização) começa a contar quando sua entrada fica em 1 e ativa a saída quando o tempo programado se completa — é o que segura o cilindro avançado por um instante antes de mandar recuar. O CTU (contador crescente) incrementa a cada borda de subida da entrada e ativa a saída quando atinge o valor programado — é o que conta ciclos e faz a máquina parar sozinha depois de um lote. Toda essa lógica é avaliada sem eval, num grafo interno, o que é a forma correta e segura de interpretar um Ladder.
Montando a sequência A+ A- de um cilindro
A notação de sequência pneumática é enxuta: A+ significa o cilindro A avançando, e A- o cilindro A recuando. A sequência A+ A- é o ciclo mais básico de automação: o êmbolo avança, faz seu trabalho no fim do curso, e recua. Parece trivial, mas montá-la corretamente já exige os três conceitos anteriores trabalhando juntos — selo, fim-de-curso e temporizador.
A receita clássica, e que está pronta no cenário 2 do simulador, funciona assim. Ao dar START, uma memória de ciclo é selada e o solenoide de avanço energiza: o cilindro avança (A+). Quando o êmbolo chega ao fim, S_A1 fecha e dispara um TON de 1000 ms, que mantém o cilindro avançado por um segundo — o tempo em que, numa máquina real, ele estaria prensando, furando ou empurrando. Concluído o tempo, uma memória de recuo liga, abrindo o rung de avanço: o solenoide cai e a mola da válvula monoestável devolve a válvula, fazendo o cilindro recuar (A-). Quando o êmbolo chega de volta, S_A0 fecha e o ciclo pode reiniciar. Com os tempos padrão do simulador, esse ciclo completo leva cerca de 5 segundos.
A partir dessa base, o simulador permite explorar variações reais de obra. O cenário 3 encadeia dois cilindros numa sequência A+ B+ B- A-, com válvulas biestáveis, mostrando que os movimentos nunca se sobrepõem. O cenário 5 injeta uma emergência: ao manter pressionada a botoeira S0 (normalmente fechada), o contato abre, o solenoide cai e a válvula monoestável retorna por mola, fazendo o êmbolo recuar a partir de onde estava — sem teleportar, como na vida real. O cenário 6 usa um CTU para contar cinco ciclos e parar a máquina sozinha. Cada cenário é uma aula sobre um ponto diferente do comando.
Como o simulador calcula a posição do êmbolo
A física do simulador é, de forma deliberada e declarada, didática. Ele não calcula pressão, vazão, temperatura nem força do êmbolo. Ele calcula apenas posição ao longo do tempo, que é o que importa para enxergar a lógica de comando. A posição vai de 0 (totalmente recuado) a 1 (totalmente avançado), e o êmbolo leva o tempo de curso configurado para percorrer esse caminho. Para que o movimento pareça natural, em vez de uma rampa linear o simulador usa uma curva de ease-in-out cúbica: o êmbolo acelera no início, corre no meio e desacelera no fim, como faz um cilindro real com amortecimento.
| Elemento | Comportamento no simulador | Observação |
|---|---|---|
| Posição do êmbolo | 0 (recuado) a 1 (avançado), ease-in-out cúbico | leva o t_curso configurado |
| Fim-de-curso S_A1 | ativa quando posição ≥ 0,99 | gerado pela posição, não há física de mola |
| Fim-de-curso S_A0 | ativa quando posição ≤ 0,01 | S_A0 e S_A1 nunca ativos juntos |
| TON (temporizador) | conta T_scan a cada scan até o tempo programado | IEC 61131-3, sem eval |
| CTU (contador) | incrementa na borda de subida; ativa quando CV ≥ PV | para a máquina ao fim do lote |
| Conflito biestável | YV1A e YV1B simultâneos → alerta, não move | intertravamento NF resolve |
Os fins-de-curso, como mostra a tabela, são gerados pela posição calculada: não há modelo de mola, atrito ou pressão por trás deles. Isso é uma escolha honesta de escopo — o objetivo é treinar a lógica de comando, e para isso o que conta é o momento exato em que o êmbolo chega e o sensor fecha. O temporizador TON e o contador CTU seguem fielmente a definição da norma IEC 61131-3, contando em passos do intervalo de varredura. E o conflito de solenoides biestáveis é detectado e sinalizado, sem mover o êmbolo — exatamente o comportamento conservador que se espera de uma ferramenta de ensino responsável.
Vale insistir no que o simulador não faz, porque a honestidade de escopo é parte de uma boa ferramenta de engenharia. Ele não modela a latência real do solenoide (que, num solenoide de 24 Vcc, fica tipicamente na casa de poucas dezenas de milissegundos, a verificar por modelo), não calcula vazão ou pressão, não estima a força do êmbolo em função do diâmetro e da pressão, e não dimensiona válvulas nem cilindros. A pressão de “6 bar” que aparece na cena é apenas ilustrativa. Para qualquer um desses números, o caminho é o catálogo do fabricante e a medição em campo — nunca um valor cravado de cabeça.
Quando chamar a Token Engenharia
Este simulador é uma excelente ferramenta para entender e treinar o comando eletropneumático — a relação solenoide-válvula-cilindro, a lógica Ladder, as sequências e os intertravamentos. Mas treinar não é projetar. Quando a máquina precisa sair do simulador e ir para o chão de fábrica, entram em cena decisões que são trabalho de engenharia, não de uma bancada virtual.
O projeto de comando elétrico precisa especificar tensões, proteções, seção de cabos, o CLP adequado e o diagrama elétrico completo. Os intertravamentos de segurança precisam ser projetados conforme a NR-12, com a categoria de segurança correta para o risco da máquina — o simulador faz menção didática a isso, mas não constitui projeto de segurança. A parte pneumática precisa ser dimensionada: diâmetro do cilindro para a força necessária, vazão das válvulas, tratamento do ar. E tudo isso precisa ser consolidado num laudo da instalação industrial, com responsável técnico e ART.
É exatamente esse o trabalho da Token Engenharia. Projetamos comando e painéis de automação, especificamos intertravamentos de segurança de máquinas, executamos a montagem industrial e eletromecânica e emitimos o laudo da instalação com responsável técnico e ART — em todo o Brasil. Se o seu retrofit pneumático, painel de automação ou comissionamento saiu do estudo e virou projeto, é hora de falar com um engenheiro.
Perguntas frequentes
Como funciona o comando eletropneumático na prática?
Um sinal elétrico de comando (24 Vcc) energiza a bobina de um solenoide; o solenoide desloca a válvula direcional; a válvula direciona o ar comprimido para uma câmara do cilindro, e o êmbolo avança ou recua. Os fins-de-curso confirmam a posição de volta ao comando, fechando o ciclo. São dois circuitos juntos: o elétrico de comando e o pneumático de potência. No simulador, ao dar START você vê a bobina acender, a válvula deslocar e o êmbolo se mover ao mesmo tempo, nos dois planos.
Qual a diferença entre válvula solenoide 3/2 e 5/2?
A 3/2 tem 3 vias e 2 posições e serve ao cilindro de simples efeito (a pressão avança, a mola do cilindro recua). A 5/2 tem 5 vias e 2 posições e é a válvula do cilindro de duplo efeito, porque pressuriza uma câmara enquanto a outra escapa, comandando avanço e recuo independentes. No simulador, a 5/2 é o padrão.
O que é válvula de simples e de dupla solenoide (mono e biestável)?
Na monoestável (simples solenoide), um solenoide desloca a válvula e uma mola a devolve sozinha quando o sinal cai — é a opção mais segura. Na biestável (dupla solenoide), um solenoide desloca em cada sentido e a válvula tem memória mecânica, ficando na última posição sem sinal. Energizar os dois ao mesmo tempo é conflito, e o simulador detecta e alerta.
Para que servem os sensores de fim de curso S_A0 e S_A1?
Eles avisam ao comando quando o êmbolo chegou ao fim do percurso: S_A0 indica recuado, S_A1 avançado. Fecham de volta no Ladder e permitem encadear sequências. No simulador são gerados pela posição do êmbolo (S_A1 a partir de 99% do curso, S_A0 a 1%) e acendem no momento exato da chegada.
Como o relé / contato de selo mantém o solenoide ligado depois do botão?
Um botão de partida dá só um pulso. Para manter a saída ligada, coloca-se um contato auxiliar da própria saída (ou de um relé) em paralelo com o botão. Quando a saída liga, esse contato fecha e segura o circuito, mesmo sem o botão — é o contato de selo. No cenário 1 do simulador, Q0.0 em paralelo com S1 mantém YV1A energizado após soltar o START.
O que faz o mini-Ladder acionar o cilindro no simulador?
O Ladder (norma IEC 61131-3) liga, em cada rung, uma série de contatos a uma bobina; quando a lógica conduz, a bobina energiza. As bobinas controlam as saídas Q0.0 a Q0.5, que são os solenoides. O scan engine lê as entradas, executa os rungs e escreve as saídas, como um CLP real — só que o cilindro acionado é animado na tela.
Como montar a sequência A+ A- de um cilindro pneumático?
A+ A- é o cilindro A avançando e depois recuando. Ao dar partida, energiza o solenoide de avanço; ao chegar em S_A1, um TON conta um tempo e então desliga o avanço, fazendo o cilindro recuar (por mola, na válvula monoestável); ao chegar em S_A0, o ciclo reinicia. O cenário 2 do simulador traz essa sequência pronta, com ciclo de cerca de 5 segundos.
Este simulador substitui o projeto de comando e o laudo de segurança de máquinas?
Não. É um modelo didático comportamental para entender a relação solenoide-válvula-cilindro e treinar a lógica Ladder. Não emula latência, vazão, pressão ou força, e não constitui projeto de segurança. O projeto de comando, os intertravamentos conforme a NR-12, o dimensionamento da pneumática e o laudo da instalação com ART são engenharia. A Token Engenharia executa esse projeto em todo o Brasil.
Token Engenharia · Atuação nacional
Do simulador ao projeto de automação, com ART
A ferramenta mostra a relação solenoide-válvula-cilindro e a lógica de comando; a Token Engenharia entrega o projeto completo — comando elétrico, painel de automação, intertravamentos de segurança, montagem eletromecânica e laudo da instalação industrial com responsável técnico e ART em todo o Brasil.