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Simulador do triângulo de potências — arraste o kVAr e veja o cos φ fechar

Vai corrigir o fator de potência de uma instalação ou estudar energia reativa? Arraste o kVAr de um banco de capacitores e veja, ao vivo, o reativo encolher, a hipotenusa kVA girar, o cos φ subir e a corrente no cabo cair — com kVAr necessário, capacitância em µF e diagnóstico de cobrança de reativo, sem cadastro.

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Triângulo kW · kVAr · kVACorrente antes → depoisBanco fixo ou automáticoCos φ ao vivo · sem cadastroResponsável técnico CREA-RJAtendimento nacional

Resposta rápida

O triângulo de potências mostra as três potências de uma instalação: a potência ativa (kW) que faz trabalho, a potência reativa (kVAr) que só circula para magnetizar motores e transformadores, e a potência aparente (kVA) que a rede entrega. O fator de potência é o cosseno do ângulo entre kW e kVA: FP = kW / kVA. Um banco de capacitores injeta kVAr capacitivo que cancela o kVAr indutivo da carga — o reativo encolhe, a hipotenusa gira e o cos φ sobe, sem mudar o kW. O kVAr necessário sai de Qc = P × (tan φ₁ − tan φ₂). Este simulador deixa você arrastar o kVAr e ver tudo ao vivo: o triângulo fechando, a corrente caindo, a capacitância em µF e o diagnóstico de reativo pelo PRODIST Módulo 8. É um modelo didático: o projeto do banco, com ART, é engenharia.

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Simulador grátis · fator de potência

Arraste o kVAr e veja o cos φ fechar

O reativo encolhe, a hipotenusa kVA gira e o fator de potência sobe — com corrente, capacitância (µF) e diagnóstico de energia reativa excedente, sem cadastro.

Triângulo de potências — arraste o kVAr e veja o cos φ fechar

Barramento · corrente no cabo · banco de capacitores

0,74

0,95

0,0 kVAr

Arraste para injetar reativo.
kVAr necessário
58,0 kVAr
FP resultante
0,74
kVA antes → após
135 → 105 kVA
Corrente antes → após
205 → 160 A
µF / fase (Δ)
184 µF

⚠️ Atenção a harmônicos (VFD/inversor presente). Banco de capacitores convencional pode entrar em ressonância com a 5ª harmônica gerada pelo inversor, amplificando correntes e queimando o capacitor. Avalie banco com reator de dessintonização e consulte o engenheiro. Não altera o cálculo de kVAr — altera o projeto.
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Histórico (salvo neste aparelho)

Simulador de apoio técnico, de uso orientativo. Resultados dependem dos dados informados e não substituem o projeto, a medição de campo nem o laudo de engenharia com ART (Lei 6.496/1977). Fator de potência de referência e cobrança de reativo: PRODIST Módulo 8 / RN ANEEL nº 956, de 07/12/2021. Frequência adotada f = 60 Hz. Presets de carga são valores típicos de mercado — confira sempre a plaqueta. Normas de fabricação de capacitores (NBR IEC): edição vigente a verificar.

O que o triângulo de potências mostra

Toda carga indutiva — motor, transformador, reator — puxa da rede dois tipos de potência ao mesmo tempo. A potência ativa, medida em quilowatts (kW), é a que faz trabalho de verdade: gira o eixo, aquece a resistência, acende a lâmpada. A potência reativa, medida em quilovolt-ampère reativo (kVAr), não faz trabalho nenhum — ela apenas vai e volta entre a rede e a carga para sustentar o campo magnético que os motores e transformadores precisam para funcionar. É uma potência necessária, mas improdutiva no sentido de não gerar trabalho útil.

A soma vetorial dessas duas potências é a potência aparente, medida em quilovolt-ampère (kVA). É ela que a concessionária realmente entrega pelo cabo, e é ela que dimensiona o transformador, o disjuntor e o condutor. Como a potência ativa e a reativa estão a noventa graus uma da outra, as três formam um triângulo retângulo: a base é o kW, o cateto vertical é o kVAr e a hipotenusa é o kVA. As relações são diretas:

FP = cos φ = kW / kVA  ·  kVA = √(kW² + kVAr²)  ·  kVAr = kW × tan φ

O fator de potência (cos φ) é o cosseno do ângulo φ entre o kW e o kVA. Quanto mais perto de 1, melhor: significa que quase toda a energia entregue pela rede vira trabalho. Um fator de potência baixo significa muito kVAr improdutivo circulando, uma hipotenusa kVA grande e uma corrente alta no cabo para entregar a mesma potência ativa. No simulador, a base azul kW fica deitada e imóvel, o cateto reativo sobe da ponta dela e a hipotenusa navy fecha o triângulo — e o número grande do cos φ mostra exatamente onde você está.

A cadeia da correção

Da carga ao banco — e a corrente que cai no cabo

A carga indutiva puxa kVAr da rede e a corrente no cabo fica cheia. Ao pendurar um banco de capacitores no barramento, o reativo é cancelado localmente, o triângulo se fecha e a corrente que vem da concessionária afina — aliviando disjuntor, cabo e transformador. Quando o banco precisa ser dimensionado de verdade — proteção, estudo de harmônicos com inversores, banco automático em estágios e laudo de qualidade de energia com responsável técnico — a simulação didática dá lugar a um projeto de engenharia com ART. A Token Engenharia executa esse projeto em todo o Brasil.

O kW não muda; o que cai é o reativo, a hipotenusa kVA e a corrente no cabo.

Quanto de capacitor preciso: o kVAr necessário

A pergunta prática de qualquer correção de fator de potência é: quantos kVAr de banco eu preciso para sair de onde estou e chegar onde quero? A fórmula raiz que responde isso leva o fator de potência de um valor atual (FP₁) até um valor alvo (FP₂):

Qc = P × (tan φ₁ − tan φ₂), com φ₁ = arccos(FP₁) e φ₂ = arccos(FP₂)

O raciocínio é simples: o reativo que a carga puxa é P × tan φ₁, e o reativo que ela puxaria já corrigida seria P × tan φ₂. A diferença entre os dois é exatamente o kVAr que o banco precisa injetar para cobrir o vão. Tomando o caso-base deste simulador: P = 100 kW, FP atual 0,74, alvo 0,95. A tangente de arccos(0,74) é cerca de 0,9086 e a tangente de arccos(0,95) é cerca de 0,3287, então Qc ≈ 100 × (0,9086 − 0,3287) ≈ 58 kVAr. Esse é o tamanho do banco que fecha o triângulo de 0,74 para 0,95.

O detalhe que muita gente esquece é que o capacitor não muda o kW. Ele não faz trabalho; só fornece reativo localmente, perto da carga, em vez de a rede ter de mandá-lo de longe. Por isso, no triângulo, a base kW fica imóvel enquanto o cateto reativo desce. No simulador, arraste o atuador de kVAr de 0 até 58 e observe: o cateto reativo encolhe de cerca de 90,9 para cerca de 32,9 kVAr, a hipotenusa gira no sentido horário e encurta de 135 para 105 kVA, e o número do cos φ sobe de 0,74 para 0,95. A base azul não se mexe um pixel — é a prova visual de que correção de fator de potência não cria nem destrói trabalho.

A corrente que cai: o benefício que dimensiona o cabo

Corrigir o fator de potência tem um efeito que vale dinheiro mesmo antes de pensar em multa: a corrente no cabo cai. Como a potência ativa kW e a tensão não mudam, a corrente é inversamente proporcional ao fator de potência. As fórmulas são:

Trifásico: I = P / (√3 × V × FP)  ·  Monofásico: I = P / (V × FP)

No caso-base de 100 kW em 380 V trifásico, a corrente antes da correção é cerca de 100000 / (√3 × 380 × 0,74) ≈ 205 A. Depois de corrigir para 0,95, a corrente cai para cerca de 100000 / (√3 × 380 × 0,95) ≈ 160 A. São cerca de 45 A a menos circulando pelo mesmo cabo, pelo mesmo disjuntor e pelo mesmo transformador, entregando a mesma potência ativa de trabalho. Essa folga muitas vezes é o que evita trocar o cabo de alimentação, adia a ampliação do transformador e libera capacidade instalada para crescer sem obra.

No simulador, esse efeito está na segunda cena, o barramento: o fluxo de corrente que vem da rede é desenhado por pontos que correm pelo cabo, e a densidade e a velocidade desses pontos caem conforme você injeta reativo e o cos φ sobe. É a tradução de campo do número — o eletricista vê a corrente afinar, não só lê um valor menor.

Por que corrigir: a energia reativa excedente

Além de aliviar a instalação, corrigir o fator de potência evita uma cobrança específica na fatura. A regulação brasileira, no PRODIST Módulo 8 (base da Resolução Normativa ANEEL nº 956, de 7 de dezembro de 2021), define o fator de potência de referência em 0,92. Quando o fator de potência da instalação fica abaixo de 0,92 no lado indutivo, a concessionária cobra a Energia Reativa Excedente: a parcela de reativo que ultrapassa o limite vira item na conta de luz.

A medição dessa energia é feita hora a hora e a tarifa varia por distribuidora, então não dá para cravar um valor em reais sem a fatura específica da instalação. Por isso este simulador é honesto: ele não exibe multa em reais. O que ele mostra é o percentual abaixo do limite de referência e um lembrete para conferir o item Energia Reativa Excedente na própria fatura. No diagnóstico, com fator de potência abaixo de 0,92 o semáforo fica vermelho e indica o quanto você está fora do limite; ao corrigir para cima de 0,92, o semáforo vira verde.

O perigo do banco grande demais: sobrecompensação

Mais capacitor nem sempre é melhor. Um banco dimensionado para a carga de pico, mas mantido ligado quando a carga cai — o caso clássico do banco fixo que fica ligado à noite, com os motores desligados — injeta mais kVAr do que a instalação consome. Quando isso acontece, o reativo cruza para o lado capacitivo: em vez de faltar reativo, sobra. O fator de potência “passa de 1” e fica capacitivo.

Esse estado também é cobrado. Há cobrança de reativo capacitivo excedente no período das 0h às 6h, justamente a madrugada em que a carga industrial costuma cair e o banco fixo continua despejando reativo. Para carga variável, a solução é o banco automático em estágios: um controlador que liga e desliga células de capacitor conforme a necessidade do momento, mantendo o fator de potência perto do alvo sem sobrecompensar. No simulador, force o kVAr injetado acima do necessário e observe: o cateto reativo cruza para baixo do eixo, fica teal, e o diagnóstico muda para sobrecompensado, com o aviso de que carga variável pede banco automático. Troque o tipo de banco para automático e veja os estágios acenderem um a um.

Capacitância em microfarad: Delta, Estrela e a tensão

Saber o kVAr necessário é metade do caminho; comprar o capacitor certo exige a capacitância em microfarad (µF), e aí entra um detalhe que faz muita gente errar. Para o mesmo kVAr, a capacitância por fase depende da tensão e de como os capacitores estão ligados. Adotando frequência de 60 Hz, as fórmulas são:

  • Monofásico: C [µF] = Qc × 10⁶ / (2π × f × V²).
  • Trifásico em Delta (Δ): C/fase [µF] = Qc × 10⁶ / (3 × 2π × f × V_linha²). Cada capacitor vê a tensão de linha cheia, então precisa de menos capacitância.
  • Trifásico em Estrela (Y): C/fase [µF] = Qc × 10⁶ / (2π × f × V_linha²). Cada capacitor vê a tensão de fase, menor, então precisa de cerca de três vezes mais capacitância.

A consequência prática é grande: para 30 kVAr em 380 V trifásico, a ligação Delta pede cerca de 184 µF por fase, enquanto a Estrela pede cerca de 551 µF por fase — quase três vezes mais. Confundir as duas significa comprar o capacitor errado. No simulador, alterne o toggle Delta/Estrela e veja apenas o card de µF mudar, sem mexer no triângulo nem na corrente — porque a potência reativa é a mesma, só a capacitância física do componente muda.

Cuidado com harmônicos: inversores e VFD na instalação

Há uma armadilha que não aparece na conta de kVAr, mas pode queimar o banco: os harmônicos. Inversores de frequência (VFD), retificadores e outras cargas eletrônicas geram correntes em frequências múltiplas da rede, principalmente a 5ª harmônica. Um banco de capacitores convencional, somado à indutância da instalação, forma um circuito que pode entrar em ressonância com essas frequências, amplificando correntes a ponto de estourar o capacitor e disparar proteções.

Quando há inversor na instalação, a regra é não instalar banco convencional sem antes avaliar. A solução costuma ser um banco com reator de dessintonização, que desloca a frequência de ressonância para fora das harmônicas presentes, e isso exige estudo de harmônicos. Isso não muda o kVAr necessário para corrigir o fator de potência — muda o projeto do banco. No simulador, ao informar que há VFD na instalação, um alerta acende lembrando dessa verificação, sem alterar nenhum número do cálculo.

Como o simulador calcula cada número

Todos os números saem de equações fechadas de potência em corrente alternada, as mesmas usadas no dimensionamento de bancos de capacitores. Nada é inventado; onde há incerteza, o valor vem marcado como estimativa a verificar. As contas principais são estas:

Grandeza Fórmula Exemplo (100 kW, 0,74 → 0,95, 380 V Δ)
kVAr necessário Qc = P × (tan φ₁ − tan φ₂) 100 × (0,9086 − 0,3287) ≈ 58 kVAr
Potência aparente kVA = √(kW² + kVAr²) antes ≈ 135 kVA · após ≈ 105 kVA
Corrente (trifásico) I = P / (√3 × V × FP) 205 A → 160 A (−45 A)
Capacitância Delta C/fase = Qc·10⁶/(3·2π·f·V²) 30 kVAr, 380 V ≈ 184 µF/fase
Capacitância Estrela C/fase = Qc·10⁶/(2π·f·V²) 30 kVAr, 380 V ≈ 551 µF/fase

O simulador garante dois invariantes físicos a cada quadro: o kW da base nunca muda quando você injeta reativo (o capacitor não faz trabalho), e o Pitágoras sempre fecha (kVA² = kW² + kVAr_líquido²). O kVAr líquido é o reativo da carga menos o injetado pelo banco, e pode ficar negativo — é quando o triângulo cruza para o lado capacitivo e a sobrecompensação é sinalizada. Tudo isso é recalculado em tempo real enquanto você arrasta os controles, e a memória de cálculo com os números do cenário fica disponível no painel de fórmulas.

A única coisa que o simulador não transforma em fato é a multa em reais. A energia reativa excedente real é medida hora a hora e tarifada por concessionária, então exibir um valor cravado seria desonesto. O simulador mostra o percentual fora do limite e manda conferir na fatura. Da mesma forma, os presets de carga são valores típicos de mercado e vêm rotulados como tal — a plaqueta do motor é a fonte de verdade do seu caso.

O que este simulador não faz (e o que faz o projeto do banco)

Ser honesto sobre o escopo é parte de uma boa ferramenta de engenharia. Este simulador é um modelo didático de correção de fator de potência, ótimo para ver o triângulo fechar, estimar o kVAr necessário e entender o efeito na corrente. Mas ele deliberadamente não trata:

  • a proteção do banco (fusíveis, disjuntor, descarga dos capacitores) e a coordenação com a instalação;
  • o estudo de harmônicos e o dimensionamento do reator de dessintonização quando há inversores;
  • a medição de qualidade de energia em campo, que revela o perfil real de carga ao longo do dia;
  • a multa em reais da energia reativa excedente, que depende da tarifa da concessionária e da medição horária;
  • os presets de motor exatos, que dependem da plaqueta e ficam marcados como valores típicos a confirmar.

A decisão de qual banco, qual ligação, qual proteção e qual estratégia (fixo ou automático) são adequados para uma instalação específica é projeto de engenharia. Ela exige a medição do perfil de carga, o estudo de harmônicos quando há eletrônica de potência, a proteção do banco e uma memória de cálculo consolidada num laudo com responsável técnico e ART (Lei 6.496/1977). A Token Engenharia executa a correção de fator de potência e o estudo de qualidade de energia, com o laudo assinado, em todo o Brasil.

Perguntas frequentes

O que é o triângulo de potências?

É a representação geométrica das três potências de uma instalação em corrente alternada. A potência ativa (kW) é o cateto horizontal que faz trabalho; a potência reativa (kVAr) é o cateto vertical que só magnetiza o ferro; a potência aparente (kVA) é a hipotenusa, o que a rede entrega. O fator de potência é o cosseno do ângulo entre kW e kVA: FP = kW / kVA.

Como calcular o kVAr de um banco de capacitores?

Pela fórmula raiz Qc = P × (tan φ₁ − tan φ₂), com φ₁ = arccos(FP atual) e φ₂ = arccos(FP alvo). Para 100 kW de 0,74 a 0,95, Qc ≈ 58 kVAr. O capacitor injeta reativo capacitivo que cancela o reativo indutivo da carga, sem mudar o kW.

Por que corrigir o fator de potência? O que é energia reativa excedente?

O PRODIST Módulo 8 (base da RN ANEEL nº 956, de 07/12/2021) fixa o fator de potência de referência em 0,92. Abaixo disso, no indutivo, a concessionária cobra a Energia Reativa Excedente. A medição é hora a hora e a tarifa varia por distribuidora, por isso o simulador mostra o percentual abaixo do limite, não um valor em reais. Corrigir também reduz a corrente no cabo.

Quanto a corrente cai ao corrigir o fator de potência?

A corrente cai na proporção FP atual / FP alvo, porque o kW e a tensão não mudam. Em trifásico, I = P / (√3 × V × FP). Em 100 kW e 380 V, corrigir de 0,74 para 0,95 derruba a corrente de cerca de 205 A para cerca de 160 A, aliviando disjuntor, cabo e transformador.

O que é sobrecompensação e por que ela é perigosa?

É quando o banco injeta mais kVAr do que a carga consome e o reativo cruza para o lado capacitivo — típico de banco fixo grande ligado com a carga baixa à noite. Há cobrança de reativo capacitivo excedente das 0h às 6h. Para carga variável, a solução é o banco automático em estágios. No simulador, o cateto cruza para baixo e fica teal.

Como a tensão e a ligação Delta ou Estrela mudam a capacitância?

O kVAr é o mesmo, mas a capacitância em µF por fase muda. Em Delta cada capacitor vê a tensão de linha e precisa de menos µF; em Estrela vê a tensão de fase e precisa de cerca de três vezes mais. Para 30 kVAr em 380 V: cerca de 184 µF/fase em Delta e 551 µF/fase em Estrela. Confundir as duas faz comprar o capacitor errado.

Banco de capacitores precisa de cuidado quando há inversor ou VFD?

Sim. Inversores geram harmônicos, sobretudo a 5ª, e um banco convencional pode ressonar com eles, amplificando correntes e queimando o capacitor. A solução costuma ser banco com reator de dessintonização e estudo de harmônicos. Isso não muda o kVAr necessário, muda o projeto. O simulador acende um alerta quando há VFD.

Este simulador substitui o projeto do banco e o laudo de engenharia?

Não. É um modelo didático para ver a correção e estimar o kVAr. Não dimensiona proteção, não faz estudo de harmônicos, não calcula multa em reais, e os presets são valores típicos a confirmar. O dimensionamento, o estudo de harmônicos, a medição de qualidade de energia e o laudo com ART são projeto de engenharia. A Token Engenharia executa esse projeto em todo o Brasil.

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Do simulador ao projeto de correção, com ART

A ferramenta mostra o triângulo fechar; a Token Engenharia entrega o projeto completo de correção de fator de potência — dimensionamento do banco fixo ou automático, estudo de harmônicos, medição de qualidade de energia e laudo com responsável técnico e ART em todo o Brasil.

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